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“O Brasil deveria optar pela tecnologia americana TDMA/CDMA paraa banda C de telefonia celular”. A afirmação é de Luiz Carlos Morais Rêgo, professor da Fundação Getúlio Vargas e diretor de Congressos da Telexpo, maior evento da área de telecomunicações do país que acontece de 28 a 31 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai escolher, no próximo mês, a tecnologia que o Brasil vai adotar na chamada banca C da telefonia celular. Morais Rêgo defende a freqüência americana de 1.8 GHz por uma questão geopolítica, embora afirme que a tecnologia européia (GSM) está mais adiantada no momento.
“Sempre tivemos mais negócios com os Estados Unidos e acredito que a tecnologia CDMA está mais preparada para o futuro, para a chamada terceira geração que vai unir todo o mundo em uma só freqüência”, afirma. Além disso, países vizinhos ao Brasil, como Argentina e Uruguai, já escolheram trabalhar com o sistema americano.
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