Especial música na nuvem: serviços ainda têm que amadurecer

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Especial música na nuvem: serviços ainda têm que amadurecer

Após uma análise detalhada do iCloud, do Google Music Beta e do Amazon Cloud Player, o jornalista da InformationWeek EUA, Brian Burgess, separou os 10 pontos-chave, que estão divididos neste especial, que podem fazer a diferença na hora de decidir entre entres.

Na segunda parte do especial sobre serviços de músicas na nuvem ele aborda o estágio de desenvolvimento dos produtos, o preço e a capacidade de armazenamento de cada um deles.

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No terceiro texto, ele fala sobre qual dispositivo usar com cada uma das ferramentas, aborda de uma maneira mais detalhada o Amazon Upload Player e dá as suas impressões sobre a velocidade de cada um.

Esta última parte fala sobre a qualidade de reprodução de outros formatos de áudio que não sejam MP3 e AAC, aborda falhas que ainda não foram arrumadas pelas companhias – e que nem têm perspectiva para serem –, como funciona o acesso offline de cada um e explica por que essas ferramentas ainda não estão prontas.

Leia.

7. Arquivos de áudio receberão atenção especial.  Até agora, falei apenas sobre MP3 e AAC, mas sabemos que existem outros formatos que oferecem melhor qualidade de áudio. Um exemplo é o FLAC (Free Lossless Audio Codes), um formato de altíssima qualidade disponível para comprimir CDs e LPs em arquivos menores sem perder qualidade. Apenas o Google oferece suporte para arquivos FLAC. Mas não comemore ainda. Assim que esses arquivos chegam ao serviço, são convertidos para MP3. O Google os converte para a melhor qualidade de MP3, 328Kbps, mas a qualidade ainda se perde um pouco.

8. Perguntas sobre arquivos de vídeo continuam sem resposta. Cada vez mais, fotos, vídeos e outras mídias se tornam parte de nossos dispositivos. Até o momento em que escrevi esse review, o serviço do Google se limitava apenas à música. Isso pode mudar, junto com preço, desempenho e detalhes de disponibilidade do serviço oferecido. A Apple, indisponível para testes, supostamente oferece suporte para fotos, documentos e informações de calendário. O suporte para arquivos de vídeo ainda não está definido. A Amazon vai além – eu testei – e o Amazon Cloud Player permite subir, armazenar e baixar qualquer formato de arquivo (desde vídeo, até zip, exe e arquivos criptografados). A diferença para os outros dois serviços é que é um verdadeiro serviço de armazenamento, o que justifica o preço um pouco mais alto.

9. Acesso offline. Outra ponto importante nesses três serviços: eles oferecem acesso offline às suas músicas? O iTunes for the Cloud e o Amazon Cloud Player permitem o download das músicas para qualquer dispositivo ou computador. Mas o Music Beta, do Google, armazena em cache quatro ou cinco músicas e permite a reprodução dessas músicas sem conexão com a Internet. Isso pode não parecer importante no nosso mundo sempre conectado, mas vale a pena mencionar.

10. Conclusão: você quer namorar, não casar, por enquanto. Os serviços de música em nuvem estão em alta – e por uma razão. As pessoas querem uma maneira segura, flexível e rápida de tirar as músicas (e outros arquivos) de seus dispositivos e enviá-las para a nuvem. Mas esses serviços ainda não estão prontos. São promessas. Suas ofertas e especificações são complexas e interessantes. Comece apenas observando como eles se desenvolvem e amadurecem.

Saiba mais:

Parte I – Especial música na nuvem: 10 fatos sobre a Apple e seus rivais

Parte II – Especial música na nuvem: plataformas ainda estão na versão beta

Parte III – Especial música na nuvem: velocidade de upload faz diferença

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