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Edge UOL: 5 tendências de segurança para 2026

Rodrigo Rangel Lobo. Foto: Divulgação

Se 2025 foi um ano de profunda inovação tecnologia, com a área de cibersegurança impactada (para bem e para mal) pela da inteligência artificial, e a computação em nuvem exigindo novas estratégias de proteção, para 2026 a expectativa é de mais maturidade. É no que acredita Rodrigo Rangel Lobo, COO da Edge UOL, em lista formulada com exclusividade para o IT Forum.

“Com o novo Marco Legal da IA e os incentivos da reforma tributária, as empresas serão instadas a equilibrar ética, soberania de dados e defesa preditiva em uma mesma equação para garantir a continuidade do negócio e a competitividade”, pondera o executivo.

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Leia também: 6 previsões de observabilidade para 2026

Apesar das transformações, o mercado terá de seguir se atualizando, sobretudo na área de segurança, pondera o executivo, que lista a seguir cinco tendências tecnológicas para 2026 que podem guiar o planejamento de ações das companhias. São elas:

  1. Governança e ética na IA

Com o Marco Legal da IA no Brasil, a prioridade passa a ser a adequação às novas regras, diz Lobo. A expectativa é a utilização crescente de plataformas de governança para transparência, rastreabilidade e redução de vieses, especialmente em áreas críticas como saúde, finanças e RH.

  1. Nuvem soberana e repatriação de workloads

O conceito de nuvem soberana ganha força com a Reforma Tributária, que deve consolidar e ampliar incentivos como o REDATA (Regime Especial para Data Centers). Segundo Lobo, essa modernização fiscal reduzirá o custo de infraestrutura no País, facilitando a repatriação de workloads. Com dados em território nacional, as companhias buscam benefícios fiscais e conformidade com a LGPD, além de ampliar controle sobre as operações.

  1. SecaaS e Zero Trust

O aumento das fraudes via Pix e dos ataques de ransomware estão mudando a estratégia defensiva das empresas, com perspectivas de contratação de segurança como serviço (SecaaS) e a adoção massiva do conceito de confiança zero (zero trust). “Isso blinda o trabalho híbrido e impede que, caso um invasor entre no sistema, ele consiga se movimentar livremente pela rede corporativa”, diz o especialista.

  1. IA na defensiva

A IA evolui de ferramenta de apoio à base da infraestrutura de segurança para a defesa preditiva, ou seja, identificar e bloquear ameaças antes que aconteçam, além de corrigir falhas automaticamente. Para Lobo, a IA se tornou indispensável por ser “a única tecnologia” que pode processar o volume massivo de alertas e reagir na velocidade necessária contra ataques de máquina contra máquina.

  1. Continuidade e eficiência de resposta

As organizações migram da recuperação de desastres (disaster recovery) para a resiliência digital. Não basta mais ter um backup, a prioridade é velocidade de retorno operacional pós-incidente. O objetivo é propiciar que, mesmo diante de ataques que corrompem dados, como ransomware, os sistemas críticos sejam restaurados em minutos ou horas, diz o CCO da Edge UOL.

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Redação
Tags: cibersegurançaEdge UOLSegurança da Informação
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