Proposta da Asigra muda o tradicional modelo de cobrança, baseado no dado armazenado, já que é raro uma empresa precisar recuperar todos os seus dados via backup
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Há um pequeno segredo sujo do segmento de Disaster Recovery, de
acordo com Dave Simpson, que acompanha o mercado de armazenamento para o
451 Research Group: normalmente, os clientes precisam de menos
operações de recuperação de dados do que querem fazer crer os fornecedores do
setor, que acabam por cobrar pelos serviços com base
na quantidade de dados armazenados. Na realidade é raro uma empresa
precisara recuperar todos os seus dados, em backup.
O fabricante de software de Disaster Recovery e backup Asigra propõe agora um novo sistema de preços que muda o modelo tradicional. Os
valores cobrados são definidos com base na quantidade de informação
realmente recuperada anualmente – e não apenas à
quantidade de informação em backup.
O novo Recovery Licensing Model – sobre o qual a empresa pediu uma
patente – introduz um modelo de preços baseado no desempenho. Os
clientes com sistemas tolerantes a falhas que exigem menos recuperações
anualmente pagarão menos do que os clientes com eventos de recuperação mais frequentes.
A estrutura de preços é limitado a 25% dos custos de backup e o maior
evento de recuperação anual é dispensado. A cada cliente é fornecida
uma pontuação de desempenho de recuperação que determina o pagamento. Se
os clientes recuperarem menos de 5% dos seus dados em um ano, pagam 0,167
dólares mensais por GByte.
Os clientes que recuperem 25% ou mais dos seus dados anualmente pagam
até 0,50 dólares mensais por GByte, de acordo com a lista de preços.
“Não
há nenhum valor em fazer backup, apenas na recuperação dos dados”, diz
Steve Duplessie analista do Enterprise Strategy Group. “Ao cobrar preços
baseados na recuperação (…) a empresa está alinhando o custo com o valor real”, ressalta.
Redação
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