De que forma o cibercrime afeta negócios? Estudo responde

Pesquisa da Fico indica ainda quais os pontos de falha das empresas e como se proteger de ameaças cibernéticas

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Ataques e violações de segurança cibernética continuam aumentando exponencialmente no Brasil. É o que mostra pesquisa realizada pela Ovum a pedido da Fico. O estudo ouviu diretores e executivos C-Level em TI em cinco indústrias brasileiras com mais de 500 funcionários em diversos países, incluindo o Brasil.

O levantamento indicou que 70% dos entrevistados brasileiros esperam que os ataques cibernéticos aumentem no próximo ano, enquanto 30% dizem que eles permanecerão os mesmos e ninguém espera que eles caiam. O pessimismo nos dados está diretamente ligado à empresas de médio porte, uma vez que grandes organizações têm recursos significativos para combater suas ameaças e as pequenas podem ter menor vulnerabilidade a tais.

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As expectativas de um nível crescente de ameaça cibernética são baseadas em mais do que apenas a história recente. Enquanto 70% das empresas brasileiras esperam que o nível de ameaça aumente no próximo ano, 36% tiveram taxas mais altas de ataques e incidentes em 2017, 56% disseram que as taxas continuam as mesmas e 8% disseram que elas caíram.

Quando perguntados sobre a expectativa de investimento para segurança cibernética, todos os líderes convergem na mesma direção: não há como diminuir o investimento. 62% das empresas esperam aumentar seus investimentos e contratos com parceiros especializados e empresas do setor financeiro são a mais propensas a seguir essa grande tendência mundial, seguido por telecomunicações e e-commerce.

Baseado na sua visão holística e específica de segurança cibernética, a pesquisa ainda traz pontos sobre como as empresas esperam estar com sua tecnologia da informação solidificada no ano seguinte. Quando perguntamos às empresas brasileiras sobre a ameaça representada por aqueles com acesso a seus sistemas e redes, risco – de seus próprios funcionários – foi percebido, em 76%, do que o risco de provedores externos de TI e de terceiros empreiteiros, com apenas 24%. Tal como acontece com a maioria dos outros países pesquisados, as empresas brasileiras viram a equipe de TI administradores de sistemas como os maiores riscos internos.

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