Dados promovem mudanças reais em negócios, afirma executivo da Informatica

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Dados promovem mudanças reais em negócios
Dados promovem mudanças reais em negócios

Dados se tornaram ativo precioso para empresas nos últimos tempos e ponto vital para uma estratégia de sucesso. Para se ter ideia da dimensão que esse cenário alcançou, 90% dos dados coletados atualmente foram criados apenas nos últimos dois anos.

E mesmo com toda essa quantidade de informação disponível, somente 4% das empresas conseguem extrair algum valor deles de forma adequada, apontou Franz Amam, vice-presidente sênior de marca e geração de demanda da Informatica, em apresentação realizada nesta terça-feira (8/8), em São Paulo. Saber usar dados em favor do negócio torna-se, portanto, desafio constante encarado por líderes de diferentes vertentes da indústria e que pode, inclusive, ser divisor entre empresas que sobrevivem e crescem das que falham.

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“Se você olhar as empresas da Fortune 500 há 16 anos, 15% delas não existem mais”, observa o executivo. Como então não correr esse mesmo risco, de se tornar obsoleta? “Foco no usuário”, afirma Amam.

Para ele, é preciso extrair informações para fornecer cada vez mais soluções focadas no cliente. Com dados, é possível verificar itens essenciais para uma boa experiência como desabilitar recursos que não estão sendo usados em um aplicativo, por exemplo – e, de quebra, economizar. Sem contar aplicações em experiências específicas.

“Na indústria hoteleira, como você compete? Em preço, recursos”, comenta o executivo. Mas isso não é focar no usuário. “Foco nas pessoas é, por exemplo, você perder um voo, mas, quando chega no hotel, sua bebida favorita está à sua espera”, argumenta, usando como justificativa o programa de membros premiums de um hotel que poderia realizar esse tipo de ação caso conhecesse bem o seu hóspede (e isso é possibilitado por meio dos dados).

Além disso, uma estratégia bem-sucedida, ressalta Amam, não pode contar apenas com um item. Para o executivo, a tecnologia sozinha não resolve todos os problemas e é preciso investir também em pessoas e processos. Ele compara esse tripé com uma cadeira de três pernas: a base fica tão rígida, que não quebra.

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