Cristina Palmaka nega que SAP Brasil tenha pago propina à Petrobras

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Cristina Palmaka nega que SAP Brasil tenha pago propina à Petrobras
Cristina Palmaka nega que SAP Brasil tenha pago propina à Petrobras
Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, falou em depoimento à CPI da Petrobras que a fabricante alemã de software, nunca pagou propina a funcionários da estatal em troca de contratos.

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Ao relator da CPI, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), ela disse que as normas internas da SAP proíbem a prática. “A SAP não pagou nada. As políticas proíbem o pagamento de comissão. Não existe nenhum processo judicial que envolva a empresa”, disse.

O relator da comissão questionou Cristina sobre a suspeita, levantada pelo empresário Eike Batista, de superfaturamento nos contratos da Petrobras com a SAP. Batista teria falado sobre o fato em palestra realizada na Universidade de São Paulo (USP), em 2010. “Isso foi dito em uma palestra e nunca virou uma denúncia contra a empresa”, disse a presidente da SAP.

Cristina foi convocada a pedido do deputado João Carlos Bacelar (PR-BA), que quer esclarecimentos a respeito dos contratos entre a SAP e a Petrobras para a aquisição de softwares. Segundo ele, os valores ultrapassavam a “média histórica” desse tipo de compra pela Petrobras.
Em comunicado, a SAP Brasil confirmou que a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka, esteve hoje (27/8) na CPI da Petrobras, em Brasília. “Ela expôs o trabalho que a SAP vem realizando para a estatal desde 1999, enfatizando como nossas soluções contribuíram para a expansão da estatal, no Brasil e no exterior. A SAP segue comprometida em continuar a fornecer informações que possam auxiliar as investigações sempre que for solicitada”, afirmou.

*Com informações da Câmara dos Deputados e da assessoria de imprensa da SAP

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