As perspectivas para as vendas de PCs continuam a mostrar estabilização e em muitos mercados queda, mesmo com o lançamento de modelos mais modernos e procura pelo Windows 10. A queda na comercialização de computadores desde o início de 2012 ainda deverá se arrastar até o final de 2016. Os anos seguintes serão de
luta para impulsionar as vendas, segundo análise da IDC.
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Dados da consultoria indicam que as expectativas para o quarto trimestre de 2015 e início de 2016 já estavam bastante baixas para o mercado de PCs, que têm lutado com a concorrência de tablets e smartphones, bem como a instabilidade econômica.
No entanto, o impacto da queda dos preços das commodities e moedas estrangeiras tem causado uma demanda mais deprimida, e a capacidade de atualizar hardware mais antigo para o Windows 10 tem sido opção para esticar ainda mais o ciclo de vida de PCs mais antigos.
Esses fatores reduziram as perspectivas para 2016 com queda estimada de 5,4% para o ano. Além disso, as perspectivas para os anos posteriores foram reduzidas em cerca de um por cento.
“PCs continuam a ser parte indispensável do cenário tecnológico”, avalia Loren Loverde, vice-presidente de pesquisas para PCs da IDC. “No entanto, substituições continuam a ser adiadas, e transferências futuras dependem cada vez das substituições de PCs mais antigos. Tablets destacáveis e phablets continuarão a ser concorrentes para PCs tradicionais em toda a previsão.”
Apesar das restrições sobre o crescimento global, espera-se que notebooks ultraslim e 2 em 1 cresçam substancialmente em 2020, com o primeiro saltando de mais de 70% e o segundo mais do que dobrando. Além disso, o volume de notebooks com telas menores que 14 polegadas vai continuar a crescer.
Jay Chou, gerente de pesquisa da IDC e responsável pelo levantamento, indica que pequenas e médias empresas e o setor de educação deverão impulsionar as vendas no mercado, apoiando o crescimento no médio prazo.