Está na hora de montar uma nova máquina. Chegou Windows 8, já lá se vão quase dois anos desde a última máquina que montei para meu uso (“Máquina dos Sonhos“) e a tecnologia evoluiu um bocado de lá para cá. Então vou aproveitar a oportunidade e dividir com vocês a experiência de montar uma máquina que, entre outras coisas, usa um gabinete, uma fonte de alimentação e uma controladora de vídeo de última geração e alto desempenho.
Começando pelo gabinete, um Cougar Challenger Mid Tower.
Para início de conversa, vejamos quais são as características que identificam um gabinete de boa qualidade. Afinal, aparentemente um gabinete nada “faz”, não passa de uma caixa que contém e protege os componentes da máquina. Mas as aparências enganam.
Para começar, um gabinete deve ser bonito. Mas beleza é uma questão de gosto, algo muito pessoal. Portanto vou deixar este quesito para ser avaliado por vocês. O Cougar Challenger que usei está aí na Figura 1. Sei que alguns vão achar lindo, outros acharão detestável. Como cada um tem seu soberano direito a formar opinião, vou me ater às demais características.
Antes de prosseguir, no entanto, cabe um aviso aos puristas e críticos de plantão. Como se trata de descrever características práticas de um gabinete que facilitam seu uso e a montagem da máquina, esta coluna será profusamente ilustrada com fotos. Fotos feitas por mim durante ou logo após a montagem, em minha bancada doméstica. Então, aos que acharem que a qualidade de algumas (na verdade, da maioria das) fotos deixa a desejar, cabe lembrar que não sou fotógrafo profissional, sou um engenheiro que se meteu a “mexer” com computadores. E minha bancada não passa disso mesmo, uma bancada, não um estúdio fotográfico. Esclarecido este ponto, vamos adiante.
Além de uma estética agradável, o que mais se espera de um bom gabinete?
A meu ver, um bom gabinete deve cumprir três condições essenciais: facilitar a montagem, tornar o uso da máquina mais cômodo e, finalmente ? e, como exceção que confirma a regra, desta vez realmente menos importante ? oferecer algumas características adicionais que podem ser classificadas como, digamos, “refrescâncias” (palavra inventada por publicitários para substituir o vocábulo “frescura”, porém exatamente com o mesmo significado).
Vejamos cada uma delas.
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