Ele não era nada santo. Costumava ser evitado nos elevadores por funcionários que o amavam e o odiavam, com a mesma intensidade. Tirava a placa do carro para não ser multado, estacionava em vagas exclusivas para deficientes, embora não tivesse deficiência alguma, explodia à toa e era de um perfeccionismo que flertava com a insanidade. Estamos falando de um ser terrível, certo? Seria, caso esta pessoa não fosse Steve Jobs. Metamorfose ambulante, passou os últimos anos se dedicando a melhorar como pessoa e a mudar o mundo. A conquista do primeiro objetivo é incerta (ele era muito discreto), mas o segundo, certamente, ele atingiu. Steve Jobs mudou o mundo do qual se despediu esta semana.
A pressão por controle de custos vem alterando a dinâmica das áreas de tecnologia nas…
O mercado brasileiro de fintechs passou por uma transformação no perfil dos investimentos em 2025.…
O avanço da inteligência artificial e o uso estratégico de dados vêm transformando a forma…
Por Ramon Ribeiro Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades…
Peça a um modelo de inteligência artificial que gere a imagem de uma cidade, sem…
O IT Forum apresenta, semanalmente, os novos executivos e os principais anúncios de contratações, promoções e mudanças…