Black Friday: uma oportunidade para gerar resultados de valor

Soluções de tecnologia da Nova Zelândia apoiam varejo para mais personalizado, consciente e sustentável na Black Friday

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A próxima Black Friday, que acontece neste ano no dia 24 de novembro, promete ser a mais tecnológica até então. Com a crescente digitalização que vivenciamos no período da pandemia, os consumidores esperam encontrar uma experiência fluida de compra, com mais conveniência, transparência e rapidez em seus pedidos. Soma-se a isso o fato de estarem cada vez mais atentos à origem dos produtos que compram. Uma pesquisa da Nice House revelou que 80,6% dos jovens da Geração Z pretendem comprar nesta Black Friday, demonstrando o entusiasmo e o poder de compra dessa geração que também é vista como a mais consciente em relação a questões éticas, de diversidade e meio ambiente.

Esse cenário revela uma grande oportunidade para o varejo investir em tecnologias que possam ser usadas para entender e influenciar novos hábitos de consumo. Na Nova Zelândia, aplicamos tecnologias emergentes em toda a cadeia do varejo para gerar melhores resultados financeiros, para nos aproximarmos do cliente intermediário e final (B2B e B2B2C) e também garantir operações mais éticas e sustentáveis. Vale ressaltar que as empresas neozelandesas de tecnologia para o varejo já são também parceiras do varejo brasileiro, apoiando grandes marcas em seus desafios em diferentes etapas da operação.

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Entre as soluções neozelandesas para o mercado temos desde inteligência artificial para avaliar e identificar padrões de compra de consumidores; Internet das Coisas para o setor de refrigeração comercial; soluções de precificação em tempo real e sistemas de comunicação personalizada em larga escala. É da Nova Zelândia também uma tecnologia que utiliza ciência forense para detectar se um produto tem origem ética ou se é oriundo de áreas de desmatamento, por exemplo. Essas tecnologias permitem que as empresas trabalhem melhor sua reputação e avaliem os dados coletados de suas operações, garantindo melhor previsibilidade em sua demanda de produtos, o que pode apoiar na decisão de preços dinâmicos, além de personalizar a recomendação de produtos e atendimento para o perfil de cada cliente.

O investimento em tecnologias de impacto tem sido o grande diferencial em um varejo que encara concorrência para além das fronteiras. Para a Black Friday 2023, 35,7% dos varejistas no e-commerce têm planos de investir em Inteligência Artificial para a temporada, de acordo com uma pesquisa do Pagar.me. Esses planos de investimentos só reforçam que a competitividade no setor estará cada vez mais acirrada e aqueles que não conseguirem acompanhar poderão ficar para trás.

Esses planos são ainda mais justificados quando pensamos que uma infraestrutura de tecnologia não pode falhar no período. A falta de preparo pode resultar em perdas financeiras significativas. Questões técnicas, lentidão e páginas contendo erros, por exemplo, custaram R$ 48,4 milhões aos cofres dos varejistas online em 2022, segundo dados da Sofist.

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Olhando para toda a sua cadeia de operação no varejo, o que você poderia fazer mais com o uso de tecnologias de impacto? Na Nova Zelândia, temos soluções que podem apoiar a sua jornada de digitalização e inovação para entender seus clientes no varejo e endereçar desafios para uma operação mais eficiente e sustentável.

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Sobre o Autor

Jacqueline Nakamura é uma experiente profissional de diplomacia comercial internacional com mais de 15 anos trabalhando para diferentes governos estrangeiros na América Latina. Depois de seis anos atuando no Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, liderando tanto as exportações comerciais quanto investimento estrangeiro, Jacqueline assumiu o cargo de Comissária de Negócios para a New Zealand Trade and Enterprise para o Brasil e Mercosur.

Tem experiência na indústria de tecnologia, trabalhando para empresas multinacionais de tecnologia e associações setoriais de comércio. Lidera o plano de tecnologia da Nova Zelândia na América Latina.

Sua formação acadêmica inclui bacharelado em Relações Internacionais pela PUC-SP e mestrado em economia empresarial pela FGV-SP com Recomendação de Honra.

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