Colocation volta à cena por demanda de redução de distância entre empresas e provedores de cloud

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Colocation volta à cena por demanda de redução de distância entre empresas e provedores de cloud
Colocation volta à cena por demanda de redução de distância entre empresas e provedores de cloud
Empresas que querem obter o melhor desempenho a partir da nuvem estão apostando na redução da distância física entre seus servidores e as de seus provedores de cloud. Assim, data centers que têm em seus leques de serviços o colocation, onde máquinas compartilham espaço, emergiram como um fator importante na estratégia de cloud de organizações.
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Para CIOs, um dos principais benefícios de colocation é que a proximidade com a nuvem de prestadores promove conexões mais rápidas. A Equinix, por exemplo relata que seus serviços têm 10 milissegundos de latência para mais de 90% da população da América do Norte e Europa. 
A configuração tornou-se cada vez mais importante a partir do momento em que empresas movem parte de suas infraestruturas de TI para a nuvem, mas ainda precisa de ligações rápidas para seus centros de dados corporativos, formando a nuvem híbrida. “Você pode ver colocation como um ponto médio entre o modelo tradicional de empresas que executam seus centros de dados e a movimentação total para a nuvem pública”, disse ao jornal Wall Street Journal, John Dinsdale, analista-chefe e diretor da Synergy Research Group.
O mercado de colocation deve chegar a US$ 55,31 bilhões até o final de 2021, com uma taxa de crescimento anual de 14,45%, de acordo com relatório de março de 2016 da Research and Markets. A Equinix lidera o setor com 8,1% da receita do mercado. A Digital Realty Trust Inc. é a segundo em receita com 5,6%, de acordo com relatório de março 2016 da 451 Research.
A crescente popularidade da nuvem e clouds híbridas está alimentando o crescimento. Quinze anos atrás, a maioria das grandes empresas hospedava suas aplicações dentro de casa. Agora, companhias estão levando aplicações para a nuvem, mas não tudo. Assim, há uma necessidade de conectar o data center da companhia à nuvem pública, de forma rápida e sem costura.
Esse foi o caso da GE. A GE está migrando 60% de suas cargas de trabalho para a nuvem pública com prestadores que incluem Equinix e AWS, de acordo o chief digital office da GE Power. Ao mesmo tempo, a empresa está repensando seus centros de dados, com o objetivo de consolidar 34 espaços em uma dúvida, de acordo com um porta-voz da GE.

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