CIOs precisam de TI bimodal para obter sucesso com negócios digitais

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CIOs precisam de TI bimodal para obter sucesso com negócios digitais
CIOs precisam de TI bimodal para obter sucesso com negócios digitais
Líderes de TI precisam criar operações de negócios sólidas e fluidas se quiserem ter sucesso em suas estratégias digitais, de acordo com o Gartner. Ao mesmo tempo, a TI precisará ser “bimodal” para ajudar os CIOs a mudar a área com eficiência e agilidade para enfrentar os desafios digitais.

“CIOs não podem transformar a antiga TI em uma startup digital, mas podem transformá-la em uma TI bimodal”, avalia Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner e chefe global de pesquisa. “Quarenta e cinco por cento dos CIOs têm atualmente um modo rápido de operação, e prevemos que 75% das organizações de TI serão bimodal de alguma forma em 2017”, aponta.
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A TI bimodal é capaz de lidar com problemas muito rapidamente. “Por isso, como líder de TI, você deve projetar e implantar recursos para o que chamamos de ‘digital first’. Nesse novo modelo, cada unidade de negócios é uma startup de tecnologia. Agora é a sua oportunidade de criar essa equipe. Cooperar com as startups digitais na organização e provar que você pode promover mudanças rapidamente”, afirma Sondergaard.

Veja abaixo três previsões sobre o tema:

Com inovação, vem o risco
Entre os CIOs, 89% dizem que o mundo digital está criando tipos e níveis de risco para seus negócios. A complexidade do negócio digital significa que os líderes de TI experimentarão consequências não intencionais.

“No negócio digital, você deve alterar a sua relação com o risco. Risco Digital não é algo para mitigar. Em vez disso, abrace riscos. Assumir riscos é uma decisão consciente de liderança”, diz Tina Nunno, vice-presidente do Gartner. “Trate sua capacidade de gerenciar riscos específicos como uma competência”, aconselha.

Humanismo Digital
Com toda a conversa sobre as oportunidades de negócios digitais em Big Data, tecnologia de sensores e gerenciamento de processos de negócios inteligente, é fácil esquecer o lado humano da história. 

“Humanistas digitais acreditam que a tecnologia está lá para colocar as pessoas no centro. Para habilitá-los a fazer coisas que eles querem fazer, ou o que eles não sabem é que possível”, explica Frank Buytendijk, vice-presidente de pesquisas do Gartner. “O humanista digital pensa em termos de comportamentos, emoções e interações e não os processos tradicionais.”

Manifesto Humanista Digital
O surgimento de negócios digitais exige que os líderes de TI mudem a balança para o humanismo digital. Para isso, o Gartner criou o Manifesto Humanista Digital, que inclui três princípios:

1. Coloque as pessoas no centro
Todo os projetos devem ser desenhados com o humano no centro. Esse processo começa com a observação de pessoas. Não pergunte às pessoas suas necessidades. Todo mundo, até mesmo colegas de trabalho, têm dificuldade para formulá-las. Não pergunte às pessoas o que elas querem, veja o que elas fazem. Observe.

2. Abrace a imprevisibilidade. 
Abraçar o inesperado não é um conceito novo, mas é particularmente relevante para o negócio digital. No momento em que a tecnologia digital de uma empresa está lá fora, nas mãos dos usuários, ela vai começar a afetar seu comportamento. O que você pode fazer como líder é, ouvir e observar. Os resultados de negócios serão: novos produtos, novos embaixadores da marca, novos mercados e uma verdadeira diferenciação competitiva.

3. Proteja seu espaço pessoal
Deixe que as pessoas tomem suas decisões. Um humanista digital adota o que é chamado de “privacidade desde a concepção”. Eles levam em conta a privacidade durante todo o ciclo de vida de um produto ou serviço.

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