Segundo o executivo, o ambiente altamente competitivo e o debate sobre regulamentação fazem com que as perspectivas sejam extremamente desafiadoras para o setor. Neste cenário, Amorim destacou o impacto do crescimento da telefonia móvel, que levou à redução na participação de telefonia fixa de 70% para 65% do final de 2003 para os dias de hoje. E mencionou o avanço da Voz sobre IP como outro fator desafiador, acrescentando:impulsionado por nós mesmos, com a banda larga.
Sobre a competitividade que o setor de telecom pode propiciar, Amorim citou o exemplo da indústria de TI e telecom da Coréia, que ajudou a elevar o PIB daquele país – hoje superior ao do Brasil com uma população cinco vezes menor -, além de propiciar índices como o de utilização de e-procurement nos processos de compra do governo, atualmente superior a 80%.
Garantindo que a Telefônica vai responder aos desafios com o vigor empresarial que tem demonstrado, ele lembrou que boa parte do capital investido em telecomunicações no Brasil é estrangeiro e que várias nações estão interessadas neste capital. Destacou que o setor necessita de um órgão regulador forte para a tomada de decisão sobre questões importantes que estão paradas há meses. E completou afirmando que a indústria de telecom pode e deve cumprir um papel importante na estratégia de competitividade do País.
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