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A carga de aumento da base de dados para missão crítica e demandas do sistema deve crescer 50% ao ano, afirmou o consultor Database & Tecnology Eduardo Sato, durante o SAP Forum 2012, que ocorreu na última semana.
Porém, o cenário pintado pelas empresas de pesquisas é um pouco pior. Segundo o Gartner, o volume total de dados aumentará 59% ao ano, sendo que de 70% a 85% serão não estruturados. Já a IDC aponta que a quantidade de informação crescerá 44 vezes nos próximos 10 anos.
Frederico Rezende, blogueiro do IT Web, apontou que os “na hora de escolher a melhor solução para suas empresas, gestores de TI enfrentam grandes desafios, tendo que refletir sobre questões técnicas e comerciais sobre cada banco de dados”.
Essas questões comerciais tendem a causar dores de cabeça nas equipes de TI. Sato explicou que o custo para manter e atender as demandas crescerá na mesma proporção, isso porque aumenta a necessidade de pessoas qualificadas e caras para dar assistência ao ambiente, a empresa é forçada a utilizar plataformas de alta disponibilidade que, na maioria das vezes, possuem alternativas de hardware muito caras.
Somam-se a isso as mudanças no perfil dos dados: de estruturados para não estruturados e complexos, descreveu Rezende. “[Essas mudanças] exigirão que as organizações adotem soluções de back-end que os suportem de forma segura e confiável. Vale destacar que isto não é mais uma tendência, mas realidade e os negócios precisam estar preparados para o que o mercado chama de Big Data.”
Assim, resta aos gerentes e equipes de TI se atentarem “para questões-chave como a disponibilidade contínua dos dados, de qualquer tipo e formato, a performance e o potencial de escalabilidade dos bancos de dados, assim como sua segurança”, apontou Rezende, na hora de escolher a melhor solução que sanará com os problemas da organização.
Redação
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