Depois de anunciar a entrada no mercado de telefonia fixa no
Brasil, com objetivo de fortalecer a sua oferta de comunicações unificadas (UC,
na sigla em inglês), a BT deve investir em computação em nuvem – um movimento
observado também nos planos de diversas outras empresas, entre operadoras de
telecomunicações e prestadoras de serviços de TI.
A estratégia da multinacional do Reino Unido está calcada na
necessidade por infraestrutura necessária para cloud: redes robustas, com mais
banda e mais confiáveis; processadores de alta capacidade; e virtualização.
Em entrevista com o IT
Web, o diretor-geral da BT para o Brasil, Sérgio Paulo Gallindo, explicou que
a BT pretende prover serviço de data center virtual para clientes. O diferencial,
neste caso, fica por conta da infraestrutura de rede, já que a BT é detentora e
não precisaria fazer parcerias com outras telcos.
O serviço foi lançado no Reino Unido, mas Gallindo não
precisou quando a oferta estará disponível para outros países.
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