Brasileira G&L Cards entregará 52 milhões de cartões com chip nos EUA nos próximos 18 meses

Focada na exploração da potencialidade de negócios da migração EMV, empresa atua há quatro anos no mercado norte-americano e tem 28 bancos como clientes

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cartão eua

pós completar quatro anos de atuação nos Estados Unidos e já ter entregue mais de 17 milhões de cartões com chip no período, a G&L Cards and Payments, comemora a assinatura de contratos com bancos americanos que lhe permitirão confeccionar mais 52 milhões de novos plásticos equipados com a tecnologia EMV nos próximos 18 meses.

Fundada pelo executivo brasileiro Daniel Lecuona, que ocupou cargos de diretoria, vice-presidência e presidência em multinacionais de diferentes setores como Kimberly-Clark, Fletcher Challenge, IBM, BULL, Schlumberger, SAGEM e Welcome RealTime, a empresa, que é integrante do Grupo Ghelfond & Lecuona Business Association, tem sua matriz localizada em Miami, com escritórios em New York (NY), Nashville (TN), Denver (CO) e San Jose (CA) nos EUA, além de São Paulo e Buenos Aires (Argentina).

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Lecuona explica que o modelo de atuação da G&L Cards se adequa principalmente às necessidades dos bancos médios e regionais americanos neste momento no qual se desenvolve a migração da tarja magnética para o chip naquele país. “A segurança é o grande impulso para a mudança de tecnologia, mas os altos custos exigidos praticamente obrigam a busca por outras funcionalidades que façam o investimento valer a pena. Nosso papel tem sido o de auxiliar as instituições a encontrarem alternativas de usar o chip para oferecer algo a mais do que segurança e commodities aos seus clientes”, disse.

Com esse tipo de atuação, a G&L Cards conta atualmente com 28 bancos clientes e pretende crescer ainda outros 15% nos próximos dois anos. “O foco da companhia agora é entregar todo o volume já contratado de cartões nos próximos 18 meses, aproveitando neste período as oportunidades que surgirem. Nossa avaliação é que, por uma série de questões estruturais, a migração para o EMV ainda não alcançou o estágio de aquecimento nos EUA como é esperado pelo tamanho do mercado. Quando isto ocorrer, temos certeza que estaremos preparados para experimentar um ritmo de crescimento ainda mais forte”, finaliza.

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