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A função DSTD é usada no sistema da operadora para monitorar o desempenho da rede de telecomunicações a partir do completamento das chamadas. O sistema entrou em funcionamento no final de 2004, após quatro meses de modelagem, implementação e testes.
Hoje, atende 2,4 milhões de assinantes no Rio Grande do Sul.Para adotar a solução, iniciamos um trabalho de pesquisa em 2001. Na época, a BrT já identificava essa necessidade, mas não havia tecnologia para satisfazê-la, explica Luís Alberto Schäffer, engenheiro de redes da Brasil Telecom.
Para explorar ao máximo os recursos da Direct Store to Disk, a Brasil Telecom desenvolveu um aplicativo chamado Monitor de Completamento via Sinalização Canal Comum (MCS). Em conjunto, o DSTD e o MCS oferecem informações sobre o funcionamento da rede, e torna possível a percepção rápida de variações no desempenho do tráfego.
Os dados são apresentados pelo MCS por um gráfico de barras e permitem que a monitoração do completamento de chamadas apóie a gestão dos serviços de telecomunicações, pois indica às equipes de operação e manutenção a ocorrência de eventos graves ou significativos na rede e, com isso, reduz o tempo de resposta aos alarmes.
?Agora monitoramos a performance da rede e temos resultados em tempo real, elogia Schäffer.Antes existia uma defasagem de até 40 minutos e quando o problema era detectado já havia tomado maiores proporções. Hoje a identificação de problemas permite que os técnicos atuem antes de os problemas se agravarem, o que se traduz em melhor qualidade de serviço.
Redação
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