Autopass propõe revolução nos pagamentos de transporte coletivo

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Rubens Gil, da Autopass

Atuante do setor de tecnologia, meios de pagamento e soluções para mobilidade urbana, a Autopass transporta 2,5 milhões de pessoas por dia na Região Metropolitana de São Paulo. Presente em 36 municípios da região, a empresa administra o cartão Bom, aceito em mais de 600 linhas de ônibus e 150 estações do Metrô e da CPTM.

Inovadora, a empresa investe pesado em tecnologia para estar sempre um passo à frente e, como resultado, é a segunda no mundo a implementar um projeto de pagamento de passagem de ônibus com cartão de crédito, débito e pré-pago. Para pagar a passagem, os usuários precisam apesar usar o cartão com a tecnologia sem contato.

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Segundo Rubens Fernandes Gil Filho, CEO da Autopass, já foram realizadas mais de 3,3 milhões de transações entre compra de créditos e transações pagas desde que a solução foi lançada em meados de 2016. “É a revolução do pagamento do transporte coletivo”, sentenciou. O executivo adiantou que esse é o primeiro passo. Muito em breve será possível pagar com o celular e relógios inteligentes.

Ele comentou durante apresentação no IT Forum+, que acontece nesta semana na Praia do Forte (BA), que em algumas cidades onde o bilhete em papel ainda é muito usado, a Autopass busca mudar rapidamente as regras do jogo. “Desafiamos um operador de bilhete de papel a fazer um teste por seis meses com QR Code em substituição ao papel. Ele se provou mais conveniente, prático e reduziu em 50% os custos da companhia”, enumerou.

Novidades em pagamentos no forno

O executivo adiantou que está no forno um aplicativo de mobilidade urbana da Autopass. “Vamos convergir todos os serviços para o app, como recarga de cartões de transporte, consulta de saldo e extrato, gestão das despesas, conteúdo e entretenimento, compra de bilhetes QR Codes e big data com informações sobre hábitos e perfil do cliente”, detalhou.

Gil Filho apontou que a ideia de agregar os serviços no app faz todo o sentido, afinal o cliente consome, em média, 1h30 nos transportes da Região Metropolitana de São Paulo e o celular é onde ele concentra sua atenção nesse período.

“Temos dados, cliente e sistemas. A Autopass e nossos parceiros estão buscando uma cidade mais inteligente”, citou ele. Tudo isso é possibilitado pela tecnologia. “Fomos os primeiros a levar os dados para a nuvem. Temos hoje dados de origem e destino dos clientes. Nesse trajeto posso sugerir outros ônibus mais vazios”, exemplificou o executivo, que prova que é possível sair do modelo tradicional e se aproximar do futuro.

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