All Rights ReservedView Non-AMP Version
IT Forum
  • Homepage
  • Inteligência Artificial
Notícias

Ataques cibernéticos: 5 sinais de que sua empresa pode ser o próximo alvo

Imagem: Shutterstock

A popularização da inteligência artificial entre cibercriminosos e o aumento da sofisticação dos ataques devem fazer de 2026 um dos anos mais críticos para a segurança corporativa. Mas é possível identificar alguns sinais caso sua empresa seja o próximo alvo, já que muitas vezes os ataques são precedidos por sinais que, quando ignorados, abrem caminho para incidentes.

Bruno Telles, COO da BugHunt, empresa de segurança da informação especialista em caçar vulnerabilidades, diz que grande parte das empresas que sofrem ataques já apresentam indícios de vulnerabilidade semanas ou meses antes da invasão. “Criminosos buscam alvos fáceis. Quando encontram sistemas desatualizados, acessos privilegiados sem controle e dados expostos inadvertidamente, enxergam ali uma oportunidade”, diz.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

O executivo diz que evolução da IA ampliou a capacidade de automação dos ataques, tornando mais difícil diferenciar atividades normais de ações maliciosas. E que reconhecer indicadores é fundamental para mitigar riscos e preparar a infraestrutura para ataques mais automatizados, que devem crescer em 2026, incluindo ransomware, exploração de APIs expostas e sequestro de identidades.

Leia também: Soberania vai pautar data center do futuro, dizem executivos de TI

O especialista aponta cinco sinais de alerta que as empresas devem observar para evitar ataques em 2026. São eles:

  1. Aumento de atividades suspeitas nos logs

Tentativas de login fora do horário, acessos de regiões incomuns, varreduras automatizadas e picos de tráfego malicioso são alguns dos primeiros indícios de que a empresa entrou no radar de criminosos. “É o tipo de movimento que antecipa ataques mais sérios, como ransomware ou exploração de APIs”, diz Telles.

  1. Sistemas desatualizados

Servidores sem atualizações, soluções legadas, configurações incorretas e ausência de segmentação de rede continuam sendo portas de entrada críticas. Esses fatores devem permanecer entre os maiores riscos em 2026, especialmente porque permitem movimentação lateral e exploração de vulnerabilidades já catalogadas.

“Falhas simples e evitáveis seguem sendo exploradas justamente porque muitas empresas não mantêm uma rotina mínima de higiene digital”, afirma.

  1. Acessos privilegiados mal gerenciados

Senhas frágeis e permissões excessivas continuam sendo o vetor de ataque mais simples e eficaz, diz o especialista. Um invasor com acesso privilegiado pode agir como um usuário legítimo, permanecendo invisível por longos períodos.

“O problema não é a tecnologia, mas a falta de controle. Privilégios mal administrados seguem abrindo portas para invasões sérias”, alerta.

  1. Exposição acidental de dados sensíveis

Informações expostas inadvertidamente em repositórios públicos, ferramentas compartilhadas ou serviços externos crescem o interesse de cibercriminosos e acendem um alerta imediato. Dados sensíveis abertos indicam vulnerabilidade operacional e tornam a empresa alvo para ataques mais sofisticados.

  1. Crescimento de tentativas de engenharia social e phishing com IA

Com a evolução da IA, ataques de engenharia social tendem a ganhar escala e sofisticação. Phishings personalizados, criação de mensagens com aparência legítima e automação de campanhas fraudulentas aumentam a dificuldade para identificar ações maliciosas.

“A IA ampliou a capacidade dos criminosos de tornar golpes mais convincentes. Se os times percebem aumento desses contatos, é sinal de que a empresa já está no radar”, diz Telles.

Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!

Next A estratégia de Claudia Anania para tornar a TI parceira do negócio na Fundação Butantan »
Previous « Amazon negocia aporte bilionário na OpenAI e pode elevar valuation da empresa para mais de US$ 500 bilhões
Share
Published by
Redação
Tags: BugHuntcibersegurançalistasinais
6 meses ago

    Related Post

  • Novos executivos da semana: Uncover, Tech for Humans, Diebold Nixdorf, Unico e mais
  • Se o Brasil não organizar seus dados culturais, outro fará isso por nós, alerta Jorge Brivilati
  • CBYK nomeia Maurício Matsuda como novo CEO

Recent Posts

  • Notícias

83% dos CIOs já adiaram projetos estratégicos por restrições de orçamento

A pressão por controle de custos vem alterando a dinâmica das áreas de tecnologia nas…

1 semana ago
  • Estudos

Fintechs brasileiras captam US$ 2,77 bi em 2025 e entram em nova fase de maturidade

O mercado brasileiro de fintechs passou por uma transformação no perfil dos investimentos em 2025.…

1 semana ago
  • Notícias

Sioux aposta em IA e dados para nova fase de experiências digitais e expande atuação para a Europa

O avanço da inteligência artificial e o uso estratégico de dados vêm transformando a forma…

1 semana ago
  • Artigos

Qual é o risco do desenvolvimento de software com IA?

Por Ramon Ribeiro Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades…

1 semana ago
  • Notícias

Se o Brasil não organizar seus dados culturais, outro fará isso por nós, alerta Jorge Brivilati

Peça a um modelo de inteligência artificial que gere a imagem de uma cidade, sem…

1 semana ago
  • Notícias

Novos executivos da semana: Uncover, Tech for Humans, Diebold Nixdorf, Unico e mais

O IT Forum apresenta, semanalmente, os novos executivos e os principais anúncios de contratações, promoções e mudanças…

1 semana ago
All Rights ReservedView Non-AMP Version
  • L