Após WhatsApp e Instagram, fundador da Oculus também deixa o Facebook

Com isso, Brendan Trexler segue os passos de outros criadores de apps vendidos para a rede social. Executivo não revelou seu próximo passo.

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O cofundador da Oculus, Brendan Trexler, anunciou nesta semana a sua saída do Facebook. A rede social, que comprou a fabricante empresa de headsets de Realidade Virtual (VR) em 2014 por 3 bilhões de dólares, viu recentemente os criadores do WhatsApp e do Instagram seguirem um caminho parecido – mais sobre isso ao final. 

Em um post no seu perfil no Facebook, o executivo diz que “muita coisa aconteceu” nos pouco mais de seis anos desde a criação da Oculus, que produz dispositivos como o Oculus Rift e o Gear VR, e que agora é hora de “seguir em frente”. Conforme a Reuters, desde 2016 ele comandava o desenvolvimento de ferramentas de Realidade Virtual para PCs.

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“Trabalhar ao lado de tantas pessoas talentosas na Oculus e no Facebook foi a experiência mais transformadora da minha carreira. Temos um ditado quando alguém te elogia ou agradece – ‘Trabalho em equipe’. O sucesso da Oculus só foi possível por conta de um trabalho em equipe tão extraordinário. Gostaria de agradecer sinceramente a todo mundo que fez parte dessa jornada incrível, especialmente o Mark por acreditar nesta equipe e no futuro da VR e AR”, afirma.

No texto, Trexler não revela qual serão os seus próximos passos, mas destaca que esse será a sua primeira parada verdadeira em mais de 20 anos. “É hora de recarregar, refletir e ser criativo. Estou animado com o próximo capítulo.”

WhatsApp e Instagram

Trexler é o mais recente executivo de uma empresa comprada pelo Facebook a deixar a maior rede social do mundo. Em setembro, os criadores do Instagram, o americano Kevin Systrom e o brasileiro Mike Krieger decidiram sair da empresa que criaram há oito anos e foi vendida em 2012 ao Facebook por 1 bilhão de dólares.

Antes disso, os fundadores do WhatsApp tinham feito o mesmo. O cofundador do app de mensagens, Jan Koum, anunciou sua saída do Facebook há alguns meses, seguindo os passos de outro cofundador do aplicativo, Brian Acton, que deixou a gigante em setembro de 2017.

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