Convergência: sua empresa está pronta para atender às demandas?

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Convergência: sua empresa está pronta para atender às demandas?

Em 2005, os Estados Unidos registraram empate no número de usuários de internet banda larga e discada. Hoje, no País, a conexão rápida e de qualidade é a mais utilizada com grande vantagem. No mesmo ano, a base de telefonia celular se igualou à base de fixos. As mudanças nesses dois mercados só foram possíveis por dois fatores primordiais: a necessidade do usuário e a oferta do serviço. De acordo com Elia San Miguel, analista do Gartner, o mesmo processo deve acontecer e estimular uma tendência do mercado de telecom: a convergência.

A onda da convergência já está apresentando resultados. Desde 2006, operadoras de telefonia fixa, móvel e de TV a cabo estão buscando soluções para atender aos pedidos do mercado. “A principal dificuldade de implementação de soluções integradas é a arquitetura existente nas empresas, que foram construídas com em verticais separadas”, justifica a consultora. Segundo ela, o ideal seria que as companhias reorganizassem seus sistemas, em redes IP orientadas ao serviço (IMS).

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Segundo Elia, no Brasil, as operadoras já estão se preparando para este cenário e fazendo investimentos para poder oferecer este tipo de serviço.

O cenário que está se desenhando também é resultado do amadurecimento do uso da banda larga. Os usuários não querem apenas acesso rápido, mas também mobilidade. Além disso, as operadoras de telefonia fixa procuram por uma saída para a constante queda nas receitas. “Estes são os grandes drives para a convergência”, afirma Elia, defensora da utilização de telefonia IP.

O papel da TI

Avaliando o cenário mercadológico, as empresas que buscam implantar uma rede convergente também enfrentam desafios. E é a área de TI quem deve buscar por um device que possa fazer o roteamento e a integração dos serviços.

Neste processo, as operadoras de telefonia não têm nenhum papel a desempenhar e vai depender do modelo de negócio da companhia a opção entre soluções de banda, empacotamento ou convergência. “É preciso ficar bem claro a diferença entre cada um desses serviços”, alerta Elia. “A convergência efetiva é aquela que te permite os mesmos serviços e funcionalidades do móvel, do fixo e da internet em diferentes condições.”

De acordo com Elia, já existem ofertas no mercado brasileiro para atender a esta demanda. “Esse é um bom negócio para todo mundo, operadoras, fornecedores de tecnologia e corporações.”

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