Plataforma de startup brasileira alcança mais de 50 países

Empresa chamada Bliive foi criada para uso por empresas e consumidor final e negocia com investidores aporte de capital.

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Plataforma de startup brasileira alcança mais de 50 países

Criada em agosto do ano passado, a startup brasileira Bliive, rede colaborativa de troca tempo, já é acessada em 51 países. A plataforma online possibilita trocar experiências entre seus participantes, utilizando como moeda o tempo. Pode ser usada pelo mercado corporativo e consumidor final.

Os que têm um tempo livre podem para fornecer determinado serviço ou ensinar algo. Assim é criado um ‘banco de tempo’, pelo qual é possível trocar o serviço oferecido por um valor em TimeMoney, moeda de troca do Bliive. Esse valor pode ser usado para trocar por serviço oferecido dentro da rede. Desde a fundação da startup, em agosto de 2013, até a metade de janeiro deste ano, já foram realizadas 609 trocas, com mais de 21 mil horas oferecidas. 

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“O Bliive tem como objetivo revolucionar a ideia de valor, propor uma alternativa ao sistema que existe hoje e mostrar, na prática, que todos têm importância e algo a acrescentar. Independentemente do seu saldo bancário, qualquer um, com um pouco de tempo, pode viver experiências, crescer e conquistar junto”, afirma a CEO e cofundadora da empresa, Lorrana Scarpioni.

O Bliive é gratuito. A plataforma não possui anúncios publicitários e também possibilita aos usuários trocar trabalhos voluntários em ONGs, por experiências no site. Para que as pessoas possam realizar as trocas, o Bliive indica estabelecimentos comerciais que acreditam na colaboração e troca de tempo e, por isso, oferecem seu espaço físico para que os usuários se conheçam e troquem de maneira segura.

O Bliive oferece, também, uma plataforma corporativa, na qual as organizações que tenham interesse em trazer uma rede de colaboração interna para seus profissionais podem contratar o serviço. “Além de promover a integração, o Bliive, para organizações, contribui com o consumo colaborativo e o crescimento pessoal por meio da troca de conhecimento, habilidades, serviços, objetos e ajuda”, frisa Lorrana.

 A executiva revela que está em contato com investidores para comercializar a ideia. “A rede possibilita trocas de tempo para o ambiente interno de empresas que querem promover a integração e colaboração entre funcionários e descobrir quais são seus talentos e interesses”, antecipa.

 

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