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Quem gerencia TI precisa dispor de informação de qualidade para poder tomar as
corretas decisões. Caso contrário eventos que venham causar alguma pane ou
comprometimento na infraestrutura não serão facilmente percebidos ou
localizados. Acompanhar indicadores especialmente selecionados permite os
profissionais de TI a atuar de forma bem proativa ajudando-os a descobrir
problemas e evitá-los antes mesmo de terem acontecido.
Podemos comparar a uma UTI de hospital. Existe um “painel de controle” no qual há
sensores de muitos tipos acompanhando várias funções vitais. No caso do
hospital são monitorados batimento cardíaco, pressão arterial, nível de
oxigenação, taxa de açúcar no sangue, etc. Se os médicos percebem uma queda da
pressão com rápida recuperação, isso tem um significado. Se a pressão está
lenta e continuamente caindo isso tem outra interpretação e vai exigir sérias
medidas. No ambiente de TI acontecem as mesmas coisas.
Usando uma ferramenta como o PRTG podem ser escolhidos os pontos críticos de
monitoração e problemas podem ser antecipados e administrados. Nem sempre uma grande
pane é a responsável pela interrupção dos serviços vitais na empresa. Há
situações muito simples e ao mesmo tempo muito comuns, como por exemplo o
incremento do uso de poder de processamento em um servidor crítico. Este é o
desafio. Ser capaz de enxergar isso a tempo e atuar de maneira proativa.
O valor da ferramenta PRTG para os negócios é permitir apontar problemas reais
que já aconteceram e que necessitam de atenção urgente e imediata. Também viabiliza
acompanhar de perto o que pode vir a ser fator de comprometimento futuro. Isso
tudo garante a continuidade da operação dos recursos de TI sem impactar os
processos de negócio. Uma interrupção mesmo que breve pode custar caríssimo para
as empresas. São muitos os pontos que requerem acompanhamento visando detectar possíveis
falhas. O talento natural do PRTG é exatamente este. O olhar incansavelmente
para todos os pontos críticos e ajudar a evitar prejuízos para as empresas que
podem advir do comprometimento da parada de processos críticos para o negócio.
A empresa Paessler disponibiliza gratuitamente uma versão do PRTG que contempla
a totalidade de recursos e funcionalidades presentes na solução. Não tem data
de validade ou expiração. Isso é ótimo! Porém existe uma limitação que é o
número de sensores. Lembro que o conceito de sensor é “cada informação
monitorada” pelo PRTG. Estes dez sensores permitem que o produto seja testado
em sua plenitude e até mesmo ser usado em produção em cenários menos
abrangentes. Se a empresa implantar esta versão, testar nesta configuração e
precisar ampliar o número de sensores o produto pode ser adquirido, inserida a
chave definitiva de ativação. Assim o número limite de sensores passa a ser a
quantidade contratada (100, 500, 1000, 5000, etc.).
Mas a Paessler percebeu que para tornar ainda mais fácil o processo de testes
de seu produto seria interessante ampliar o número de sensores da versão
gratuita. E assim ela o fez, ampliou de 10 para 30 sensores (triplicando a
quantidade original). E essa mudança veio junto com a inclusão de alguns novos
tipos de sensores que proporcionam
aos usuários novas opções de monitoramento. Por exemplo, pode ser monitorado
todo o processo de e-mail de uma organização, incluindo Microsoft Exchange,
POP3, SMTP e IMAP.