5 motivos para repensar sua estratégia de governança de dados

Se você acredita que só é possível implementar uma governança de BI por meio de processos rígidos e acesso restrito, chegou a hora de rever seus conceitos. Aqui estão 5 motivos para você repensar.

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5 motivos para repensar sua estratégia de governança de dados

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se foi o tempo em que a única maneira efetiva de implementar uma estratégia de
governança de BI com sucesso era por meio de um processo rigoroso, controles
rígidos e acesso restrito aos dados e relatórios de BI. Hoje, por meio do BI de
autoatendimento, é possível empoderar quem realmente entende do negócio a
explorar as fontes de dados e obter insights relevantes para o dia a dia da
empresa sem comprometer a segurança dos dados. Nos próximos parágrafos, você
entenderá os 5 principais benefícios desta abordagem, mas antes disso, vale
entender um pouco do contexto atual de algumas organizações.

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Muitas
empresas ainda acreditam que regras estritas e controladas por um grupo
limitado de indivíduos centralizadas em TI, mitigam os riscos de mal uso da
informação. Infelizmente, tanta rigidez restringe a capacidade de quem
realmente entende do negócio e tem o contexto necessário para interpretar os
dados e transformá-los em insights e ações.

O
resultado são organizações com uma “sombra da TI”, e essa sombra faz com que
decisões e processos críticos para o dia a dia da empresa sejam tomados com
base em dados não aprovados, processos não sancionados, ferramentas não
homologadas e sem suporte organizacional. O controle excessivo expõe essas organizações
ao risco de tomar decisões mal embasadas e de comprometer as fontes de dados,
chance que aumenta substancialmente quando o processo ocorre pelas costas de
uma TI hiper controladora.

Chegou
a hora dos líderes de BI repensarem este approach e investirem em soluções de
governança focadas em habilitar o usuário a
extrair o máximo potencial dos dados ao mesmo tempo que mitigam os riscos. Para
muitas empresas, essa noção representa um universo de mudanças que muitas vezes
parecem contra-intuitivas em relação as práticas de governança existentes e
requerem verdadeiras transformações na forma como a TI enxerga e fala sobre
governança com seu público de interesse – os stakeholders.

Empresas
que navegam neste período de transição de uma cultura de restrição para uma
cultura de empoderamento com sucesso obtém 5 benefícios principais:

1- Maior adoção para melhores
decisões

O
valor dos dados de uma organização só pode ser explorado quando as pessoas
envolvidas no dia a dia da empresa – isto é, as áreas de negócios, estão livres
para esmiuçar, descobrir e analisar os dados a procura de insights chave. Para
atingir esse objetivo é necessário um modelo de governança de fácil adoção e
que permita a inclusão de novos usuários de forma rápida, segura e responsável.

O
impacto de uma estratégia de BI focada no usuário final, pessoas que geralmente
tem conhecimentos técnicos limitados, é ainda maior quando estes são
incentivados a perguntar e responder suas próprias perguntas com dados que eles
conhecem, entendem e confiam. Esses usuários tem o contexto de negócios
necessário, estão a frente do processo de decisão e tem habilidade de
transformar insights em ações.

2- Mais confiança nos resultados

Quando
os usuários são empoderados e se sentem parte do processo, a governança passa
de algo que ninguém quer falar para um tópico que todos se sentem responsáveis.
A participação ativa torna os usuários mais confiantes de suas descobertas,
mais propensos a compartilhar esses achados e colaborar com os colegas de
trabalho. O resultado é uma adoção rápida e participativa que estimula o
trabalho conjunto e gera resultados perceptíveis para os negócios. Essa
transição, portanto, transforma os usuários em participantes ativos no processo
de governança analítica de uma organização e gera
as ferramentas necessárias para escalar rapidamente essa cultura de decisões
baseadas em dados.

3- Eliminar a sombra da TI

Organizações
que convivem com a “sombra da TI” rapidamente se tornam irrelevantes em um
modelo de governança de BI cuja a fundação é embasada em empoderamento do
usuário e em um BI de auto-serviço. Eliminar esta sombra dá aos usuários a
possibilidade de trabalhar com dados confiáveis, em um ambiente seguro, sem
sacrificar segurança por agilidade.

4-Um time de TI mais estratégico

Quando
o objetivo de uma governança de BI é restringir o acesso, a TI despende uma
quantidade desproporcional de tempo definindo regras e garantindo que elas
sejam cumpridas. Ao adotar uma estratégia de governança que encoraja a adoção
massiva e estimula o usuário a extrair o máximo potencial dos dados, a TI deixa
de lado o papel de regulamentador e passa a ser um facilitador do processo se
envolvendo em iniciativas mais estratégicas, e trabalhando lado a lado com as
áreas de negócios em projetos relevantes para o dia a dia da organização. Com
seu escopo ampliado, a TI pode suportar iniciativas de pesquisa e inovação e
trazer a tona novas fontes de dados, ferramentas e técnicas que aumentam o
valor de BI de uma organização.

5- Segurança de verdade ao reduzir
riscos

Empresas
que optam por um sistema de governança de dados restritiva geralmente tem um
falso senso de segurança em relação à seus dados e a forma como eles são
usados. Se os usuários e a “sombra da TI” usam os dados fornecidos pela TI como
base para alimentar processos recorrentes e análises que estão fora da alçada
da TI, o grau de confiabilidade desses dados se deteriora consideravelmente a
medida que os dados vão sendo destrinchados.

Quando
os usuários acreditam no processo de governança e confiam que suas regras
refletem as necessidades do negócio tanto em questão de segurança quanto de
agilidade, eles estão mais dispostos a seguir estas regras e mais propensos a
evitar riscos desnecessários.

Com
a modernização das plataformas analíticas e de BI no radar de muitas
organizações, esta é a hora certa de adotar um modelo de governança projetado
para empoderar o usuário a usar o BI de autoatendimento de forma responsável e
assim maximizar o alcance e o impacto das análises da organização.

 

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