As 10 principais tendências em TI para 2014 – Big Data redefine a capacidade de armazenamento virtual

A conversão para novas tecnologias NAS que suportem o crescimento do Big Data e a demanda nos servidores virtuais com maior eficiência e maior capacidade, estarão em alta

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As 10 principais tendências em TI para 2014 – Big Data redefine a capacidade de armazenamento virtual

No fim de 2013, Hu Yoshida, CTO Global da Hitachi Data Systems, iniciou em seu blog corporativo uma série de artigos prevendo os principais movimentos do mercado de TI em 2014. A CIO Brasil publicou, com exclusividade, o primeiro deles, listando as 10 principais tendências, na opinião do executivo. E, depois, um artigo detalhando as duas primeiras (CIOs mais focados nos resultados de negócios e migração para soluções convergentes para aplicações específicas) e outro, detalhando a terceira tendência (maior adesão à nuvem privada).

Dando sequência, abaixo você já pode ler a análise da quarta tendência, que garante que a explosão do Big Data definirá a capacidade de arquivamento em servidores virtuais, cujo impacto em capacidade e desempenho auxiliarão cada vez mais os gestores de TI a voltarem-se para os resultados de negócio.

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Tendência 4: a explosão do Big Data define a capacidade de arquivamento em PB
A explosão de dados não estruturados despejados na rede é o que orienta a quarta tendência. Esse aumento vai exigir sistemas de arquivos escaláveis a petabytes, aumentando eficiência por meio da deduplicação e dynamics tiering

Analistas da IDC preveem que o NAS (Network Attached Storage) ultrapassará todos os outros protocolos até 2015. A implementação do NAS também vem sendo alavancada pela virtualização dos servidores, já que percebe-se que o NAS é mais fácil de implementar e gerenciar que o SAN.

O NAS facilita o gerenciamento/backup/recuperação de VMs e pode operar em VMs individuais em vez de LUNs contendo múltipls máquinas virtuais. O SAN costumava apresentar vantagens de desempenho sobre o NAS, mas soluções como Ethernet de 10 Gbps e enterprise flash têm diminuído as diferenças. Sistemas e servidores de arquivo tradicionais estão perdendo força quando se trata de atender demandas de I/Os aleatórios, que vêm sendo geradas por servidores virtuais que fazem scale out constante para chegar aos níveis necessários, criando um número cada vez maior de VMs em servidores multicore.

Para atender a essas demandas, o NAS deve ser capaz de escalar a sua capacidade para gerenciar arquivos em PBs atingindo centenas de TBs, ao mesmo tempo em que oferecem centenas de milhares de IOPS com menos de 1MS de tempo de resposta. Novas tecnologias de enterprise flash como o Flash Module Drive de 1,6 e 3,2 TB, da Hitachi, ajudaram a aumentar o desempenho de nossa solução de NAS.

Um teste SPECsfs2008_nfs.v3 recente produziu 298.648 Ops/Seg (Tempo de Resposta Geral = 0,59 mseg) com um two-node Hitachi HNAS 4100 e 32 x 1,6 TB FMDs.

Além dos aumentos na ordem de magnitude de capacidade e desempenho, os sistemas NAS devem suportar maior eficiência por meio da deduplicação primária e tiering inteligente,  movimentando arquivos inativos para disco mais econômicos, fitas, plataformas de conteúdo ou para a nuvem, sem impactar o desempenho. O NAS deve também suportar APIs de armazenamento e interfaces de hypervisors, bancos de dados, nuvens e outras aplicações para atingir maior eficiência, disponibilidade e proteção de dados, e oferecer criptografia para dados em descanso, inclusive dados em módulos flash.

A virtualização NAS também é importante para migrações para o NAS e para atualizações/mudanças de tecnologias. É quase impossível migrar ou atualizar um servidor NAS que tenha um diretório ativo muito grande. Você pode não ser capaz de mover os arquivos tão rápido quanto eles são criados. Virtualizando o servidor NAS antigo por trás do novo servidor NAS, novos poderão continuar sendo criados enquanto os arquivos antigos são migrados no background.

 

(*) Hu Yoshida é vice-presidente e CTO da Hitachi Data Systems

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