Futuro da energia: a auto geração; o presente: a otimização

Somos cada vez mais dependentes de fontes energéticas para manter o mosaico tecnológico que estamos montando.

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T2020.5.0.1_(Pixabay) — Foto: Pixabay

Você consegue se imaginar passar 24 horas sem usar nenhuma fonte de energia?

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Não se trata só de não carregar o seu celular, não usar seus eletrodomésticos, ou não usar o carro, mas desligue o datacenter da sua empresa, dos hospitais, polícia, iluminação pública e assim por diante.

Nossa dependência é tão grande que se instalaria um caos gigantesco em nossas vidas que não somos capazes de calcular.

O processo de transformação digital tem aumentado consideravelmente a quantidade de equipamentos nas empresas e nas casas, e, consequentemente, o consumo energético.

Vários estudos indicam que a energia elétrica é maior gasto operacional de um datacenter.

Os equipamentos são cada vez mais eficientes desde o ponto de vista energético, porém, mesmo assim, a tendência é de incremento de consumo pelo aumento da capacidade de processamento.

O uso de Cloud Computing reduz o gasto de energia, mas não o elimina, tendo em vista que, mesmo que ele não ocorra na infra própria, ele acontece no site do provedor de serviço e é parcialmente repassado.

A computação quântica vai reduzir muito o consumo energético, mas continuaremos reféns dos sistemas de telecomunicação, storage, segurança, entre outros.

Empresas: aumento de uso de energia

Transporte atual: fonte de energia fóssil

Futuro do transporte – carros elétricos e autônomos: energia

Micro mobilidade – patinetes e bicicletas elétricas: energia

Internet: energia

Smart Home (IoT): aumento da demanda de energia

Smart City (IoT): aumento da demanda de energia

E poderíamos seguir…

A dependência continua aumentando, mas a matriz energética está mudando. Por questões ambientais os combustíveis fósseis estão sendo substituídos por energia limpa.

Segundo a Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), o custo tem reduzido drasticamente nos últimos anos e já é competitivo.

 

 

Esta demanda crescente converte o setor energético em um setor muito atrativo para os investidores. Segundo o estudo da Bloomberg New Energy Finance 2018, em 2017 foram investidos aproximadamente 280 bilhões de dólares em novas energias renováveis.

Com tanta necessidade as empresas de energia estão otimistas e se preparando para o aumento da demanda.

Além disso, segundo dezenas de iniciativas que seguidas através do observatório da Tecno-Humanização, identificamos uma tendência da autogeração de energia.

Vejamos somente algumas iniciativas.

 

 

Universidade de Michigan conseguiu, pela primeira vez, placas solares 100% transparentes. Isso permitirá que edifícios de vidros inteiros ou grandes janelas captem energia solar. Agora eles estão trabalhando para aumentar a eficiência do painel.

 

 

A SolarRoadway criou tecnologia para construir estradas com painéis solares, capazes de carregar carros elétricos por indução ou abastecer a iluminação pública. O primeiro projeto, foi em uma pequena cidade da França, e embora tenha sido um fracasso, por fazer muito barulho nos carros, piorando a dirigibilidade, o fabricante disse que já está melhorando a tecnologia com uma nova versão de placas.

E muito mais, como um polímero criado por engenheiros da universidade do Colorado, que reflete a luz solar evitando o aquecimento. Com um custo de centavos por metro quadrado, promete eliminar a necessidade do ar condicionado.

Usinas de processamento de lixo que gerando combustível biosintético para caldeiras ou usinas para o meio rural, ou usinas que processam fezes animais, gerando energia através de biogás.

Estas tecnologias estão muito próximas à maturidade, e agora as empresas estão buscando o aumento da eficiência e a miniaturização para levá-las ao mercado doméstico.

O sonho de muitos pesquisadores é descentralizar a geração de energia, reduzindo custos relativos a distribuição.

Se usarmos as fontes de energias oferecidas pela natureza, poderemos chegar, no futuro, à auto geração de energia a um custo muito baixo e sem impacto ambiental.

Porém, muitas destas iniciativas não chegarão ao mercado, devido a algum tipo de limitação técnica ou inviabilidade econômica no curto prazo. Outras sofrerão pressão e lobbies de grandes empresas com interesses comerciais contrários, e sem dúvida, o maior impedimento é o próprio governo, que quando não sabe como taxar e controlar algo, o proíbe, mas, contudo, inevitavelmente várias destas iniciativas impactarão nossas vidas em breve.

Enquanto estas iniciativas ainda não estão disponíveis, o que podemos e devemos fazer é usar soluções que otimizem e racionalizem o nosso consumo, como por exemplo, uma empresa 100% brasileira, que desenvolveu um equipamento com tecnologia de ponta e inteligência codificada que estabiliza a frequência elétrica, melhora a qualidade e gera economia de energia.

Este tipo de solução está alinhado com a Tecno-Humanização por obedecer ao conceito de gestão do Triple Bottom Line. O impacto financeiro para a empresa é enorme uma vez que reduz o custo de energia em até́ 25% em KW/h e 70% na manutenção e queima de equipamentos. O meio ambiente também ganha, já que a solução elimina o desperdício em setores como o comercial, que segundo a Procel (2011) desperdiça 14% de energia elétrica, o que representa 20% da energia elétrica no Brasil.

O impacto social também é claro: a indústria responde por 35% da energia consumida no país e a energia elétrica representam um dos custos mais elevados para o processo produtivo. Ao reduzir o custo de produção, podemos reduzir também o preço do produto para o cliente final.

A Line Control, com tecnologia 100% nacional, oferece o sonho de qualquer empresa: reduzir o custo de energia elétrica e aumentar a vida útil dos equipamentos elétricos e eletrônicos. Tudo isso com um modelo de negócio moderno, associado ao direcionador da desmaterialização da Tecno-Humanização, ou seja, o cliente não precisa comprar o equipamento. Ele simplesmente contrata o serviço e paga uma porcentagem da economia em energia elétrica, com um fator importante, o cliente acompanha todo o processo de consumo, redução do consumo e economia gerada através de uma central online e em breve através de aplicativo, tudo de forma transparente e online.

O observatório BE&SK vai manter os olhos abertos para as inovações de auto geração no mundo e pensando no futuro, enquanto isso, vamos racionalizar o consumo com tecnologia local hoje.

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