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De acordo com a pesquisa da KPMG “Construção de confiança nas análises” (Building Trust in Analytics), executivos demonstram não estar seguros de que estejam gerando informações confiáveis por meio da análise de dados – D&A (Data & Analytics). Por isso, 70% dos entrevistados acreditam que podem expor suas organizações a riscos de reputação, como violação das políticas de uso de dados ou erros de estratégias de venda de produtos e serviços.
O sócio da KPMG no Brasil, Frank Meylan, conta que, segundo o levantamento, a maior parte dos líderes empresariais acredita no valor que o uso de D&A agrega às organizações como um todo. “No entanto, dizem que não se sentem seguros em relação à própria capacidade de mensurar a eficácia e o impacto de D&A e não confiam nela para ajudar a direcionar a tomada de decisão”, analisa.
A pesquisa mostra que a maioria dos participantes utiliza ferramentas de D&A para entender como os produtos estão sendo utilizados (70%), aprimorar a experiência dos clientes atuais (69%) e desenvolver novos produtos e serviços (67%). Mesmo assim, os executivos não estão seguros de que estejam gerenciando seus processos com eficácia, de modo que gere os resultados almejados, e acreditam que não dispõem das medidas necessárias para avaliar a eficácia de tais modelos.
O levantamento também mostra que apenas um pouco menos da metade dos respondentes está muito confiante em relação aos insights obtidos por meio de D&A em relação às áreas de risco e segurança (43%), aos clientes (38%) e somente um terço está muito confiante em relação aos insights sobre as operações empresariais (34%)
Meylan relata que a transparência no uso e no impacto de D&A de uma organização é a chave para superar a antiga tendência de acreditar que a tomada de decisão convencional é mais confiável. “É necessário tirar D&A da zona obscura, incentivando, assim, um maior entendimento sobre seu uso e seu propósito e auxiliando as organizações no desenvolvimento da confiança em relação aos insights que ela pode proporcionar”, finaliza.
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