No mundo da tecnologia não existe sucesso herdado. A medida que
novas tecnologias surgem, empresas
têm de se preparar muito bem se quiserem permanecer no topo. Ter uma bases sólidas e arriscar no (e identificar o) momento oportuno é especialmente importante em uma época que qualquer escorregada pode significar um tombo enorme. Agora, por exemplo, testes estão sendo feitos para a próxima geração de redes móveis também conhecida como
5G.
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Embora os usuários comuns, como eu e você, ainda não irão experimentar qualquer novidade dentro dos próximos anos, o esforço por parte das empresas desenvolvido atualmente nesse sentido é o que irá determinar se elas estarão aptas para irem além dos smartphones e começarem a conectar todas as coisas – de eletrodomésticos a carros e casas.
Tome como exemplo o caso Nokia-Ericsson nos anos 1990, que estavam no topo da cadeia na época, com suas redes de telefonia digitais quando a Coreia do Sul, em 2002, lançou o primeiro serviço 3G comercial. E mais, usando equipamentos de um player até então desconhecido: a Qualcomm, que equipava smartphones da Samsung.
Logo, a Apple surgiria como a precursora da era dos dispositivos móveis e da internet móvel com seu primeiro iPhone. A Nokia deixou o timming passar, ao passo que Qualcomm e Samsung aproveitaram a chance.
Na corrida pelo 3G, a Verizon anunciou, em 2010, que sairia à frente e compraria uma rede 4G e usaria tecnologia LTE para cobrir 38 cidades. A Sprint tinha escolhido uma tecnologia diferente: a Wi-Max, mas teve de abandoná-la quando a AT&T anunciou seu plano LTE.
Se preparar da forma correta pode garantir o sucesso é bilhões de dólares na receita. Fracassar por significar anos a fio tentando a recuperação ou até mesmo, no pior dos cenários, a falência.