O Ministério Público Federal (MPF) em Rondonópolis/MT investiga se a criptografia usada pelo
WhatsApp fere a Constituição Federal. O
aplicativo de mensagens instantâneas foi bloqueado no País pela segunda vez pela não colaboração com informações referentes a uma investigação policial que corre em sigilo na Justiça de Sergipe.
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O procurador da República Guilherme Rocha Göpfert, responsável pela investigação, afirma que “o direito a intimidade, tal como os demais direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, não é revestido de caráter absoluto, de forma que não pode ser utilizado para ocultar práticas criminosas”. Para ele, a restrição dada pela criptografia pode favorecer o crime organizado e gerar danos às investigações e à sociedade.
E, nesse caso, estaria em desacordo tanto com a Constituição Federal (artigo 5º) quanto com o Marco Civil da Internet (artigo 10°).