As vendas mundiais de wearables ultrapassarão 200 milhões de unidades em 2019, de acordo com previsão feita pela IDC. Segundo o levantamento da consultoria, o mercado de dispositivos vestíveis alcançará o total de 111,1 milhões de unidades vendidas em 2016 – aumento de 44,4% com relação às 80 milhões de unidades que devem ser entregues neste ano.
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Em 2019, o último ano da projeção, os embarques totais chegarão a 214,6 milhões de unidades, resultando em taxa anual composta de cinco anos de crescimento de 28%.
Um dos impulsionadores dessa expansão será o smartwatch, que registrará um montante de 34,3 milhões de unidades vendidas em 2016, contra os 21,3 milhões de unidades previstas para 2015. Em 2019, o total de embarques chegará a 88,3 milhões de unidades, resultando em uma taxa de crescimento anual composta de 42,8% nos cinco anos.
Novos dispositivos de segunda e terceira geração serão baseado em hardware e software de seus antecessores, mas corrigirão algumas das deficiências e preocupações que os clientes potenciais têm atualmente.
Para Ramon Llamas, pesquisador da equipe de wearables da IDC, esses gadgets irão liderar a evolução. “O relógio inteligente que temos hoje não se parecerá em nada com o que veremos no futuro”, diz. “Conectividade celular, sensores de saúde, sem mencionar o mercado explosivo de aplicativos de terceiros. Tudo contribuirá para uma mudança no jogo e será possível aumentar tanto o apelo quanto o valor de mercado daqui para frente.”