Futuro do hardware não é ser apenas convergente, mas também otimizado

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Futuro do hardware não é ser apenas convergente
Futuro do hardware não é ser apenas convergente
Com o crescimento do mercado de software, que somente neste ano saltará 7,5%, atingindo receita de US$ 149,9 milhões, segundo o Gartner, a pergunta que fica é: e o hardware? Embora seja peça-fundamental para o funcionamento do software, a busca por hardware tem apresentado queda nos últimos anos em razão do seu ciclo mais lento de atualização. 

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A indústria, no entanto, tem apostado no casamento dos dois universos. A Oracle é uma das fabricantes que tem adotado essa estratégia, que foi reforçada após a compra da Sun Microsystems, há seis anos. 

A estratégia de infraestrutura convergente permeia os negócios da empresa há alguns anos. Em evento realizado ontem (10/11), em São Paulo, Rodrigo Liang, vice-presidente sênior para Desenvolvimento de Hardware, da Oracle, apontou que o data center de hoje é influenciado por empresas como Google e Yahoo, que mantém estruturas distribuídas

No entanto, o cenário que se desenha daqui para frente é de convergência. “Mas, mais do que isso, tem de ser otimizado”, observa, completando que o volume de dados de hoje desafia estruturadas distribuídas e por isso a otimização acena como diferencial das empresas na procura e na análise de dados.

Segundo ele, integrar hardware e software em um mesmo equipamento tem sido a aposta certa de empresas de diferentes segmentos. “É por isso ainda que investimos na evolução do in-memory para que dados fiquem disponíveis rapidamente e possam ser usados de forma mais ágil e assertiva”, relata.

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