Atender a toda a cadeia da ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no Brasil, ao conciliar produção e inovação e contribuir para a maior inserção do País no mercado competitivo global, é um dos desafios da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), avaliou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, durante a cerimônia em que deu posse ao novo presidente da entidade, Luis Manuel Rebelo Fernandes.
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Segundo Rebelo, a Finep é instituição-chave para atender a toda a cadeia que reúne a CT&I, combinando desde a produção da ciência básica até o estabelecimento de um processo ou produto que fortaleça a competitividade das empresas no País.
Para Fernandes, a Finep consegue agregar e integrar instrumentos e programas em todas as cadeias, desde a infraestrutura de pesquisa básica nas universidades até as iniciativas de apoio a empresas inovadoras.
Ele lembrou que o Brasil ocupa, hoje, a sétima posição na economia mundial e é “incompatível” que o País não acompanhe as principais economias do mundo em investimento em CT&I e produção de patentes.
Segundo ele, a Finep, ao lado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), tem a função de galgar os caminhos que levam a sociedade ao conhecimento cientifico.
O novo presidente relatou que o principal desafio da Finep atualmente é tornar o investimento governamental em pesquisa e desenvolvimento [P&D] mais eficiente e eficaz na promoção e na alavancagem de investimentos empresarias em inovação.