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12 profissões importantes que ditarão o futuro

Inovação impulsionada por TI o inevitável e revolucionário futuro

Relacionar nosso presente ao futuro tem se tornado um exercício mental muito mais comum. Segundo estudo da Mckinsey, a estimativa é de que em 2030, de 3% a 14% da força de trabalho mundial passe por grandes mudanças.

Os dados indicam que, por exemplo, este volume talvez precise encontrar novas ocupações ou desenvolver novas habilidades. O grande motivador, em si, seriam atividades que envolvem automação.

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Diferente do pensamento de “a tecnologia pode acabar com empregos”, as visões do setor apontam outro rumo. Segundo Adilson Batista, CEO da agência Today, a tecnologia acabou nos aproximando do nosso lado mais humano.

Batista aponta que não vê “um cenário com menos tecnologia“, mas sim “um contexto com mais humanidade“. No caso da automação, com máquinas treinadas para “serem humanizadas“, ele explica que a vantagem é do humano, que já nasce com essa capacidade.

A transição, é claro, pode não ser fácil durante o processo preparatório. E isso inclui tanto as pessoas que compõem a força de trabalho quanto as empresas. “Acredito que as empresas precisarão se adaptar e investir não só em estrutura e ferramentas, mas também no desenvolvimento dos seus colaboradores” completa.

Já hoje, fala-se sobre as “profissões do futuro” no Brasil e no mundo. Pesquisas apontam que diplomas de ensino superior não serão necessários para várias delas, levando em consideração as habilidades que um indivíduo desenvolve.

Ainda assim, as previsões apontam que as máquinas precisarão dos humanos; as mesmas que são desenvolvidas para nos auxiliar, em suma, em tarefas rotineiras.

Profissões importantes do futuro

A agência Today listou, portanto, 12 profissões que são consideradas importantes para o desenvolvimento no futuro. São elas:

Detetive de Dados – Envolve big data e análise direta de dados. Recomenda-se entender de matemática, finanças e ciência de dados.

Facilitador de TI – Seu papel é analisar tendências digitais e criar plataformas automatizadas. Assim, os usuários podem construir seus próprios ambientes colaborativos. A área prevê formação em TI, ciências da computação e naturais, administração de empresas, comunicação e liderança.

Walker ou talker – Estas são pessoas que passarão o tempo com idosos em plataformas online. Hoje, dispositivos como o Google Home podem fazer isto, mas sem interações humanas ou visitas aos clientes quando necessário; que é um ponto de distinção da profissão.

Gerente de equipe humanos-máquinas – É o responsável por organizar e desenvolver o sistema para que humanos e máquinas trabalhem e conformidade. As formações citadas são em psicologia ou neurociência e ciência da computação, engenharia ou recursos humanos. Conhecimentos e experiências em UI (interface do usuário) e UX (experiência do usuário) são recomendadas.

Alfaiate Digital – Nem todos têm tempo de ir a um alfaiate. Logo, este profissional, com conhecimentos em moda, design, artes (comercial e tecnologia, também), deve fazer essas instruções à distância.

Gestor de E-learning – Deve administrar ações de ensino na empresa. Também será o responsável para escolher as pessoas que integrarão a equipe, a própria plataforma, o conteúdo e monitorar as ações de comunicação, aprendizagem e os resultados.

Consultor em transformação digital – Esta pessoa deverá repensar o negócio de uma empresa, citando readequações necessárias para se prepararem para o futuro. Tem a ver com mudança de cultura, desenvolvimento de habilidades e avaliações de processos para que tudo flua bem.

Especialista em Diversidade – É a pessoa que compreende os fenômenos políticos e sociais na discussão de gênero e diversidade. São recomendadas formações em ciências sociais, direito, serviço social, pedagogia e psicologia, além de cursos de pós-graduação sobre o tema.

Humanizador de marcas e instituições – É o profissional do debate público sobre temas importantes. Ele deve humanizar a experiência da marca para clientes e colaboradores, para que o ambiente seja acolhedor e de bem-estar. Formações citadas contam com psicologia, comunicação, UX e pedagogia.

Especialista em Blockchain – Ele deve reinventar serviços e modelos de negócio, facilitando acessos a serviços básicos como bancos e seguro saúde. Conhecimentos em TI, direcionamento, administração e direito serão necessários.

Especialista em Simplicidade – É o profissional que sabe simplificar processos, operações, serviços e produtos. São necessárias capacidades analíticas, foco em resolver problemas, ter conhecimento em Compliance e design, além do senso de conexões humanas.

Curador de Memórias Pessoais – Muito Black Mirror? Muito Black Mirror! Talvez não num futuro tão próximo, esse profissional será um curador das lembranças dos idosos. Tecnologias como realidade virtual e aumentadas deverão ser utilizadas. Ah, e são citados conhecimentos de tecnologia, design e programação.

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Published by
Wellington Arruda
Tags: blockchaincarreirasdadose-learningprofissõesTI
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