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11 dicas para evitar ataques cibernéticos

Para lidar com ameaças cibernéticas, é necessário ter um plano de ação. A Eset, uma empresa de detecção proativa de ameaças, reúne as 11 melhores dicas para enfrentar os perigos da internet.

“É importante compreendermos as recomendações para proteção enquanto navegamos na internet. Nós da ESET apostamos na educação e na conscientização como medidas-chave de proteção cibernética. Afinal, o quanto estamos seguros depende, em grande parte, de como usamos a tecnologia”, Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

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#1 – O esforço realizado a tempo pode prevenir mais trabalho no futuro

O ano de 2017 foi histórico por ser marcado por dois incidentes cibernéticos maciços, o WannaCryptor e o ataque à Equifax. Da mesma forma, no ano passado, também foi o período em que houve um registro recorde de vulnerabilidades.

Ao configurar dispositivos domésticos, é importante certificar-se de ativar a instalação automática de atualizações para cada um dos programas e o sistema operacional usado, pois é uma boa maneira de evitar muitos ataques. Por outro lado, o tempo também é essencial quando se fala sobre o lançamento de um novo patch. Na verdade, ele pode acionar uma corrida contra o relógio, já que em questão de dias (ou horas), os invasores podem fazer a engenharia reversa da atualização, identificar a vulnerabilidade e, em seguida, criar uma exploração que se aproveite disso.

#2 – Mantenha o computador em ordem

Ter instalado no computador um programa que não é mais necessário, que quase nunca é usado ou que foi substituído por um mais novo pode se tornar um risco, aumentando as chances de ser atingido por um ataque. É por isso que, para minimizar possíveis pontos de entrada para cibercriminosos, é aconselhável até mesmo desativar serviços e portas desnecessários e não utilizados, bem como livrar-se de programas que têm um longo histórico de vulnerabilidades.

Para fortalecer o navegador, é recomendável usar um bloqueador de publicidade e remover todos os complementos e plug-ins desnecessários. Muitos ataques baseados na web aproveitam esses recursos para introduzir códigos maliciosos. Então, enquanto você está navegando na web, o ideal é fechar as contas em que você não está mais trabalhando e apenas usar as contas com privilégios elevados ou “de administrador” para tarefas administrativas.

#3 – Usar senhas fortes

Uma das maneiras mais fáceis de proteger a privacidade online é usar senhas longas, fortes e exclusivas ou, melhor ainda, frases complexas como senha para cada uma de suas contas. Isso pode ser muito útil caso as credenciais de acesso a uma conta sejam filtradas como resultado de um vazamento do provedor de serviços. Além disso, você nunca deve compartilhar sua senha com ninguém.

#4 – Observar antes de acessar

Por mais que senhas complexas sejam usadas, é importante ser inteligente ao escolher onde armazená-las. Na internet, tudo está apenas a um clique de distância e os golpistas são especialistas em tirar proveito disso. Em sua busca para obter informações pessoais dos usuários, eles usam estratégias de engenharia social para fazer os usuários caírem em armadilhas, fazendo-os clicar em um link ou abrir um código malicioso contido em um anexo. Um dos recursos mais utilizados pelo cibercrime, devido à sua eficácia, são os ataques de phishing, em que a vítima é redirecionada para um site onde está a verdadeira ameaça.

#5 – Adicionar um duplo fator de autenticação

O uso do duplo fator de autenticação é recomendado especialmente para contas que contenham informações pessoais ou outros dados importantes. Trata-se simplesmente da adição de mais uma etapa para a confirmação da identidade ao tentar fazer o login ou executar alguma ação. Dessa forma, caso uma senha seja descoberta, quem tentar acessar uma conta pessoal encontrará mais uma camada de proteção, o que significa a inserção de mais um acesso.

#6 – Utilizar conexões seguras

Em conexões na internet, um invasor pode se esconder entre um dispositivo e o ponto de conexão. Para reduzir o risco de que um ataque “man-in-the-middle” intercepte dados privados enquanto estiverem em movimento, é recomendável utilizar apenas conexões da web protegidas por HTTPS e redes confiáveis, como conexões residenciais ou móveis ao realizar transações online ou acessar uma plataforma bancária por meio do smartphone. Para fortalecer as conexões Wi-Fi e torná-las mais seguras, elas devem ser suportadas por pelo menos criptografia WPA2 (idealmente WPA3), mesmo em uma residência, além de usar uma senha de administrador forte (que não seja a padrão de fábrica) e atualizar o firmware do roteador.

#7 – Adicione uma camada a mais de proteção

O firewall é uma peça chave e é considerado a primeira linha de defesa entre o dispositivo e a internet. Geralmente, é similar a um programa de computador, embora também seja possível encontrá-lo integrando uma solução antivírus ou um roteador. Ele é responsável por permitir ou negar o tráfego ativo da internet para uma rede interna ou para o computador.

#8 – Backup

Geralmente, um sistema nunca está completamente seguro conta ataques. Além de estarem vulneráveis a um incidente cibernético, os dados também podem ser comprometidos após uma falha no sistema de armazenamento. O usuário pode levar algum tempo para adquirir o hábito de fazer o backup, mas diante de um problema que afeta a informação, esta técnica pode salvar seus arquivos.

#9 – Ter uma solução de segurança

Mesmo utilizando o bom senso e tendo atenção, é necessário se prevenir, já que os cibercriminosos estão se tornando cada vez mais habilidosos. Estamos falando de uma solução de segurança para seus dispositivos. Sem dúvida, é uma das formas mais simples e eficazes de se proteger no mundo digital. Uma solução de antivírus confiável usa várias técnicas de detecção e implementa várias camadas de defesa, que são ativadas nos diferentes estágios do processo de ataque.

#10 – Os smartphones também são computadores

É importante que os usuários parem de ter soluções de segurança exclusivamente em seus laptops ou desktop. Os telefones evoluíram de tal forma que se tornaram computadores portáteis poderosos. Os cibercriminosos sabem disso e usam técnicas para realizar ataques direcionados exclusivamente a usuários móveis.

Além disso, é importante usar métodos de autenticação seguros para desbloquear a tela do dispositivo e fazer o download das atualizações do sistema e de aplicativos assim que estiverem disponíveis (de preferência automaticamente). Mais do que isso, ative a criptografia em seu dispositivo, caso não tenha vindo ativada de fábrica.

#11 – Tenha cuidado

É importante manter-se alerta e educar-se em relação à segurança cibernética. Todos somos potenciais alvos de ataque e podemos nos tornar vítimas. Para isso, basta apenas um clique em um lugar errado e ter um ou mais dispositivos danificados.

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Redação
Tags: segurança
8 anos ago

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