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Vulnerabilidades imprevistas na nuvem colocam em risco dados pessoais

As previsões de ocorrência de roubos de dados na nuvem crescem exponencialmente e já para 2019 são assustadoras. O problema é muito sério, na medida em que aumenta o número de organizações que migram suas operações para a nuvem com todos os seus dados, boa parte confidenciais, sem os devidos cuidados. A Data Protection Unit, divisão da CLM, distribuidora de valor agregado especializada em segurança da informação, alerta para as vulnerabilidades existentes nas nuvens.

A nuvem dá uma falsa sensação de segurança e a de que outros estão preocupados com a proteção das aplicações da organização. Por outro lado, a quantidade de informações crescendo extraordinariamente aumenta o interesse dos cibercriminosos e, portanto, há ampliação exponencial do volume e da sofisticação dos ataques. Isso somado às muitas nuances e às severas penalidades das regulações para aqueles que deixarem dados pessoais de seus clientes vazarem, exigem medidas protetivas eficazes, de forma granular, de empresas dos mais diversos segmentos.

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“Ao contrário do que se supõe, as informações não estão protegidas por estarem na nuvem e com as leis de proteção de dados pessoais, a responsabilidade por qualquer vazamento é única e exclusiva da empresa que as coletou e armazenou,” assinala o diretor de produtos da CLM, Gabriel Camargo.

Segundo ele, assim, não adianta matar o doente para eliminar a doença. O caminho, continua o executivo, é proteger as informações armazenadas em clouds públicas e privadas e isso só pode ser feito com as mais recentes tecnologias, desenvolvidas especificamente para este fim.

Além disso, com a GDPR e agora com a nova lei brasileira, a LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, as empresas podem ser duplamente punidas: serem vítimas de cibercriminosos e ter que arcar com multas pesadíssimas e incorrer em graves danos à sua reputação por não assegurarem corretamente a privacidade de dados pessoais.

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Redação
Tags: GDPRLGDP
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