A Vivo lançou o serviço de segurança focado em aplicações web orientado a empresas de pequeno e médio porte. A oferta atende desde companhias com quatro sistemas na rede –capazes de realizar até 600 TPS (transações por segundo) – até negócios com dez aplicações (1600 TPS) e foi viabilizada a partir de ferramentas F5 Networks.
“Na internet importa menos o tamanho da empresa e mais a qualidade dos serviços digitais oferecidos de forma automatizada e massificada”, diz Alfredo Caballero Diaz, gerente de produtos de dados avançados da operadora. “Com ajuda da tecnologia, garantimos que as PME contem com a segurança necessária para suportar seus processos produtivos na web”.
A provedora afirma que o sistema defende clientes contra ataques e violações. O firewall de aplicação evita que cibercriminosos consigam atingir os dados e os sistemas críticos que estão por trás dos serviços e produtos dessas empresas.
O plano inicial é levar o serviço de segurança a um grupo de 1,2 mil companhias que já trabalhem com aplicações digitais via Internet. A meta é, primeiramente, atender PMEs localizadas em São Paulo para então expandir o produto a outros estados.
A tecnologia está inserida dentro da oferta de serviços da Vivo. Guilherme Gonçalves Cintra, gerente de produtos de segurança da operadora, afirma que o serviço foi concebido a partir da visão que empresas de menor porte precisam de ferramentas de gestão menos complexas para suas rotinas.
Como a Aplicação Web Segura, como a oferta foi batizada, é padronizada e pré-formatada, a F5 Networks construiu interfaces que realizassem filtragens aderentes a um perfil muito variado de empresas.
Esses templates permitem pré-configurar o firewall de aplicação web para trabalhar, por exemplo, com plataformas como o Microsoft Office 365, Totvs ou SAP, portais Linux, etc. “Os scripts pré-configurados nos ajudam a ganhar tempo de projeto e a otimizar a entrega de serviços”, enfatiza Cintra.
As soluções F5 Networks estão instaladas no novo data center da Vivo localizado em Santana do Parnaíba e, segundo a operadora, podem facilmente ser escaladas para suportar um maior número de PME usuárias do serviço.
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