Videocolaboração: a demanda que a geração Y traz para as corporações

NetGlobe aposta no vídeo como forte tendência no relacionamento digital

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Videoconferencia e a geração Y
Videoconferencia e a geração Y

Na era do Snapchat, YouTube e Periscope, as tecnologias de vídeo voltaram a ganhar os olhares dos fabricantes de dispositivos e das empresas em geral. Isso porque, a demanda dos departamentos de TI para se adequarem à nova geração de funcionários que chegam às empresas é evidente. Hoje, esta força de trabalho quer, cada vez mais, usar as mesmas tecnologias que usam em seu âmbito pessoal, para o profissional.

A popularização da internet e diminuição dos custos da banda larga, teve grande peso nesta mudança e ampliação da utilização do vídeo nas comunicações. Se antes uma ligação telefônica era suficiente, hoje as pessoas estão mais dispostas a utilizar seus dispositivos para interagir visualmente com o interlocutor. A NetGlobe, especialista em soluções de videocolaboração, aposta que essa tendência estará presente na forma como as empresas se relacionam com seus públicos internos e externos.

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No Brasil já temos até uma regulamentação no Brasil para que empresas de capital fechado possam ter suas reuniões de board por videoconferência. E as pessoas podem fazê-la de qualquer dispositivo com acesso à Internet, sem estarem necessariamente presos a uma sala.

Hoje em dia existem empresas que só trabalham no ambiente digital, como bancos, lojas, imobiliárias e consultorias. Ainda que os serviços de atendimento via chat e telefone funcionem perfeitamente, algumas pessoas não abrem mão do contato visual, e é aí que entram as soluções de videocolaboração.

A geração Y tem impulsionado o uso do vídeo no relacionamento entre as pessoas, essa geração adepta a tecnologia, incorporou seu uso de forma natural nas organizações. Elas conseguem estabelecer um diferencial na forma de comunicação digital, utilizando o vídeo e aproximando-se do consumidor, além do engajamento do público interno, participando de  equipes que estão distantes geograficamente; sem perder qualidade no desenvolvimento do trabalho. O que torna as organizações mais eficientes e exige que elas acompanhem esse novo ritmo e estilo de colaboração.

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