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A empresa vem fechando parcerias com fornecedores de ERP (enterprise resource planning), CRM e logística e ,no momento, está retreinando sua equipe de vendas. A empresa não faz projeções locais de faturamento dessa área, mas a expectativa é de que o e-business represente 50% da receita total da subsidiária da Unisys dentro de três anos.
Na área de ASP, de acordo com Edson Gissoni, diretor de serviços e da unidade de Electronic Business, a empresa quer trabalhar com poucos e potenciais parceiros para oferecer serviços diferenciados a um número maior de clientes. “Esses contratos têm uma média de dois a três anos e é preciso escolher bem as parcerias para assegurar a melhor qualidade nesse período”, ressalta.
O modelo de negócios para ASP está focado nos clientes médios. “Queremos oferecer soluções de baixo nível de customização, mas mantendo a qualidade do serviço”, reforça Gissoni. Pelos serviços, os usuários pagarão taxas mensais a partir de US$ 400, seguindo valores próximos aos do mercado norte-americano.
Até agora, a atuação da Unisys no mundo do e-business era genérica, oferecendo soluções isoladas. “Até porque o mercado ainda não tinha demanda muito forte”, justifica Gissoni. Com o aquecimento do setor no país, a proposta agora é integrar os produtos e serviços e conquistar projetos de ponta a ponta. Para isso, a empresa em discutindo parcerias também com incubadoras (acordos tecnológicos), consultorias (comerciais).
Para as grandes empresas, a Unisys terá a unidade e-solutions/ services, que reúne as atividades de procurement para empresas privadas e do governo. Já a área e-interact terá como foco as etsratégias para fidelizar clientes e analisar a lucratividade dos consumidores, baseadas em soluções de CRM e business intelligence.
Redação
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Pamela Sousa
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