O setor de negócios tecnológicos vem seguido de muitas mudanças em 2011. Segue a minha lista dos mais importantes temas, eventos, produtos e pessoas do ano passado.
Cloud computing, o aumento das conexões sociais e o passado de Steve Jobs tiveram um forte impacto no setor em 2011. Segue minha lista, na ordem reversa, dos mais importantes temas, eventos, produtos e pessoas do ano passado.
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- Nação consultiva. A tecnologia e as qualificações de negócios de um profissional de TI precisam ser trocadas constantemente, e as companhias estão lutando para manter essa tendência. Entrar na era de trabalhadores temporários altamente qualificados, bem pagos e dispostos (e às vezes aptos) a assumir seus projetos de negócios tecnológicos é um desafio para que as empresas que precisam montar equipes de trabalhadores de acordo com a programação e dentro do seu orçamento, além de mantê-los trabalhando rumo à conclusão bem sucedida de um projeto. Muitos startups vão surgir para ajudar as empresas a encontrar e montar as equipes.
- Dança das cadeiras na HP. Hewlett-Packard, certa vez fez uma pausa para avaliar e fazer uma abordagem à tecnologia de negócios. Lá, especialistas de R&D iriam preparar grandes novos produtos e características e entregá-los ao setor de vendas e marketing pessoal. A ex-CIO Carly Fiorina trocou esse foco tentando deixar a HP mais parecida com a Apple, fato que não funcionou para ela nem para a empresa. O sucessor, Mark Hurd, era um cortador de custos implacável. Mas, Leo Apotheker não conseguiu construir um consenso na empresa. Meg Whitman tem agora a oportunidade de remontar as forças consideráveis da HP em um conjunto atraente de serviços empresariais. Eu não acho que ela pode esperar até 2013 para entregar os resultados.
- Novas plataformas de desenvolvimento. Uma maneira de olhar para o Twitter, Facebook, LinkedIn e Google+ é como plataformas de desenvolvimento com suas próprias APIs, linguagens de desenvolvimento e recursos de design. Sua empresa provavelmente gasta muito tempo e esforço no design do site, otimização de busca, divulgação e newsletter. Mas o que sua companhia está fazendo para desenvolver aplicações em grandes plataformas de mídia social?
- Novo chefe da IBM. Se quase todas as mudanças na Hewlett-Packard é marcada por revolta (ver n º 19), as transições da IBM são perfeitas e controladas. Assim foi com Virginia Rometty, uma veterana de 30 anos de IBM convidada em outubro para suceder Sam Palmisano como CEO a partir de janeiro. A capacidade de identificar, treinar e promover executivos é um dos pontos fortes da IBM, e deve ser um dos pontos fortes da sua campanhia também.
- Grandes dados. Grande data base é no entanto uma tendência crítica. Grandes dados descreve os dados conjuntos que podem incluir as tendências demográficas, padrões de tempo, e apenas sobre qualquer outra coisa que faz o mundo funcionar. Analisando os tipos de conjuntos em combinação com a empresa, fornecedor, cliente, e outros dados para tomar decisões de negócios é possível dizer que esse tema terá uma maior importância em 2012.
- Stuxnet. Essa foi uma sofisticada peça de malware, software destinado a se infiltrar em um sistema de computador alheio de forma ilícita. Os investigadores digital podem nunca saber a origem do Stuxnet, nem mesmo quanto tempo o malware pode permaner dormente, ou exatamente como ele foi ativado. Enquanto isso a sofisticação do ataque anunciou uma nova era de pirataria digital. Hackers estão se movendo da segmentação PCs para um mandato muito mais amplo, incluindo dispositivos móveis, redes sociais, e infraestrutura corporativa. As lições de segurança Stuxnet ensinou as empresas em 2011 que é preciso mudar para um monitoramento constante de defesas em 2012.
- CMOs como técnicos. Diretores de marketing estão desafiando os CIOs e CTOs para a reduzir a sua parte do orçamento de TI. Redes sociais, software como um serviço de marketing, inteligência de negócios para a marca e gerenciamento de produtos, e análises em tempo real da opinião de clientes são as criações de uma nova tecnologia.
- NBA. O bloqueio acabou! Espere, não, não trata-se da Associação Nacional de Basketball. Neste caso NBA é para novos aplicativos de negócios. Localização e sistemas de pagamento que permitem, por exemplo, fazer locação de automóveis, ou sistemas de esportes local que permitem que os fãs fazem compras de seus assentos.
- Virtualização. Um ano atrás, a virtualização estaria no topo desta lista. É tão importante como sempre, mas está ficando subsumida na discussão sobre nuvem. Gestão de todos os servidores virtuais, clientes e redes é agora o tema da grande virtualização da TI.
- Capacidade vertical. Saúde, serviços financeiros e empresas de varejo estão liderando o caminho em aderir as maiores tendências de tecnologia (ver ns º 2, 3 e 13) e transformá-las em aplicações que forneçam uma diferenciação estratégica. Aqui está uma lista de 12 aplicações de saúde móveis que estão mudando o negócio médico. A estratégia da Amazon para trazer a comparação de preços ao shopping local é uma virada de jogo no varejo e resultou em um alvoroço de compras. As empresas podem aprender muito sobre as aplicações de novas tecnologias, olhando para o que as empresas de outros setores estão fazendo.
- BI de fora para dentro. Considerando que uma vez o principal objetivo do software de BI foi analisar as operações internas da empresa, o impulso mais interessante atualmente está ocorrendo fora da corporação. As empresas estão usando BI para analisar as conversas dos clientes nas redes sociais e os potenciais clientes estão tendo sobre os seus produtos e marcas a influencia do desenvolvimento de seus produtos, estratégias de preços, campanhas de marketing e abordagens de vendas.
- TI como serviço. O conceito de serviço já existe há algum tempo. As opções das companhias eram limitadas quando a TI interna era a única opção na cidade. Agora as opções incluem serviços oferecidos internamente, serviços hospedados, e serviços oferecidos como uma aplicação baseada em nuvem. Concorrência de fornecedores de fora provavelmente colocará mais pressão nas organizações da TI para justificar estornos dos clientes.
- As redes sociais chegam às empresas. A atualização interminável de “curtir”, desfazer”, locais e discussões mesquinhas não tem lugar na empresa. Quão errado pode ser uma suposição? As grandes redes sociais estabelecidas, incluindo Twitter, Facebook e Google + estão desenvolvendo uma postura empresarial, enquanto o software de negócios sociais, tais como Yammer, Socialtext, e Chatter Salesforce.com estão ganhando força corporativa. Os objetivos: Ajude os funcionários a colaborar melhor internamente e com parceiros e ajudar as empresas a conectar-se e compreender melhor seus clientes.
- A morte de Steve Jobs. A pessoa que teve a maior influência na tecnologia de negócios em 2011 (e, possivelmente, em tecnologia de negócios nos últimos 10 anos) também foi o executivo com mais desdém para a esfera empresarial. Jobs criou um modelo de perfeccionismo, orientação ao consumidor, e computação verdadeiramente pessoal que será quase impossível outro executivo replicar. O movimento prosumer (veja tendência No. 5) é em grande parte de Jobs.
- P / C / S. Como observado em algumas das outras tendências, privacidade, segurança e compliance são os três obstáculos de qualquer aplicação ou serviço e devem ser superados para torná-los parte da rede corporativa. Estas questões se tornaram ainda mais aguda em 2011, assim como regulamentos estaduais e federais deixaram vazar a privacidade provocando constrangimento financeiramente dispendioso. Espero que esses regulamentos sejam resolvidos em 2012.
- Prosumer. Uma grande ideia: Seus funcionários arcam com o custo de compra de hardware e você, simplesmente, os conecta na rede corporativa. Mas os aparelhos apresentam alguns desafios de segurança e conformidade, e as empresas estão começando a ganhar braços somente agora.
- A economia. Mesmo quando a economia começa a crescer modestamente, o C-suite, incluindo CIOs, continuará a ser cauteloso com os gastos. Cada dólar vai exigir uma justificativa do retorno financeiro (ROI, da sigla em inglês) e CIOs vão pesar seu arrendamento versus compra e pessoal temporário versus tempo integral. Esses profissionais estão sob intensa pressão para desenvolver planos de gastos de TI que visa superar a concorrência ao invés de cortar custos para corresponder a uma economia em desaceleração.
- Mobilidade. Seus funcionários deixaram seus cubículos. Dispositivos móveis, como tablets e smartphones são um desejo intenso. O modelo de lojas de aplicativos está fazendo o caminho das empresas, e dispositivos móveis conectados a localização e sistemas de pagamento irá reorganizar como as empresas gerenciam suas forças de trabalho, implementar os seus serviços, e ser pago por seus produtos. Como é que você vai gerenciar e proteger os dispositivos móveis e aplicativos?
- Computação em nuvem. Dependendo da sua perspectiva, a nuvem é o termo mais importante ou sensacionalista ou, ainda, abusado no dicionário da tecnologia. É provavelmente todos os três. Computação em nuvem representa a maior expansão das funções de TI além dos limites corporativos. Clouding computing, analisado em variedades públicas, privadas e híbridas, veio para ficar.
- TI é muito lenta. Quando esta reportagem de capa saiu na revista InformationWeek dos Estados Unidos no início deste ano, eu estava trabalhando em uma mídia de negócio concorrente e senti inveja da InformationWeek por ter colocado essa questão de modo tão sucinto. As reclamações de que as operações de TI são muito lentas e pesadas sempre existiram, mas a ascensão da computação em nuvem, software como serviço, e as abrangentes redes sociais permitem um fim de corrida ainda mais plausível. Só agora a transformação da TI em uma empresa de serviços (ver n º 20) está se desdobrando. Deve ser chamada a atenção para as organizações de TI em toda parte do mundo.