Todo mundo deveria ter acesso à internet, diz CEO do Facebook

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Todo mundo deveria ter acesso à internet
Todo mundo deveria ter acesso à internet
“Acredito que todo mundo deveria ter acesso à internet”, disse o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, durante bate-papo que aconteceu na Mobile World Congress (MWC), maior feira de mobilidade que teve início nesta semana, em Barcelona.
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“E é loucura pensar que estamos aqui sentados enquanto 4 bilhões de pessoas no mundo não [tem acesso à rede]”, completou. O executivo é conhecido por esforços em conectar todas as pessoas no mundo à internet. 
O Internet.org é exemplo do que a companhia realiza para implementar acesso global à internet. O Free Basics, que faz parte dessa iniciativa, por exemplo – e o qual foi vetado este mês na Índia, permite acesso básico à rede sem cobrança de taxas. Para o país, o executivo prometeu investir em outros tipos de programas.
Drones with lasers
Conectar à internet 1,7 bilhão de pessoas que vive em locais remotos não é algo fácil, mas Zuckerberg tem uma ideia. E, para isso, ele quer usar drones e lasers. O projeto de veículo não tripulado da rede social, chamado de Aquila, inclusive, também faz parte da coalizão do Internet.org.
E o executivo detalhou como está o andamento do projeto e como ele irá funcionar. “[O drone] terá a envergadura de um Boeing 747, mas pesa tanto quanto um carro, muito leve”, afirmou, completando que a outra peça é um sistema de comunicação por laser, que permite acesso doze vezes mais rápido à rede e maior largura de banda.
Criptografia
É de conhecimento público que o Facebook defende o uso de criptografia para a proteção de informações de seus mais de 1 bilhão de usuários. 
No recente caso Apple e FBI, Zuckerberg se posicionou afirmando que “simpatiza” com a empresa de Cupertino e acredita que backdoors não são a solução. “Sentimos que temos uma grande responsabilidade ao rodar uma grande rede e comunidade em termos de prevenção ao terrorismo e diferentes tipos de ataques, e temos políticas duras com relação a isso”, disse. 
“Se tivéssemos a oportunidade de trabalhar com o governo para assegurar que ataques terroristas não aconteceriam, faríamos isso”, completou, afirmando ainda que ele não acredita que backdoors “são a coisa certa a ser feita” ou que isso aumentaria a segurança.

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