“A maior incidência acontece em órgãos do governo, envolvendo as três esferas, estadual, ferderal e municipal, devido ao orçamento apertado que eles possuem, além da própria falta de conscientização”, explica Rogério Morais, diretor comercial da ISS. O executivo diz ainda que foram encontrados outros casos na área privada, desde pequenas até grandes companhias, envolvendo as redes corporativas, mas de forma isolada.
Ele ressalta que ao contrário do que aconteceu no mercado americano, onde aos bancos foram bastante afetados, com alguns ATMs chegando a parar de funcionar, o Brasil não teve problemas graves. “O exemplo dos Estados Unidos nos mostrou que pela primeira vez um ataque afetou a vida do cidadão”, diz.
O Slammer causou uma grande alarde na Internet por ter deixado a rede lenta, se autopropagando por explorar vulnerabilidades no banco de dados Microsoft SQL. Dados da empresa inglesa de segurança Mi2g apontaram um prejuízo inicial de US$ 1,2 bilhão, além de provocar perda de produtividade nos primeiros cinco dias pós-ataque em todo o mundo. Esses números o colocaram em nono lugar na lista dos códigos maliciosos que mais custaram para companhias, atrás do Code Red, do LoveLetter e do Klez.
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