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O comprometimento entre clientes e provedores de soluções em nuvem deve, necessariamente, ter multas contratuais e penas duras no caso do não cumprimento de acordos de nível de serviço (SLA). Esse é o posicionamento da Level 3, fornecedora de infraestrutura e soluções de TICs.
?SLA sem penalidade não é compromisso. Trabalhamos de acordo com a meta estabelecida pelo CIO, pois uma das essências da nuvem é a flexibilidade de adaptação e implementação segundo as demandas de cada negócio?, defende o vice-presidente regional de data center para América Latina da companhia, Gabriel Del Campo. Por isso, para ele, a responsabilidade do provedor é manter contingência e infraestrutura para atender as necessidades de cada CIO ? comprometimento que é convertido nas metas conjuntas estabelecidas, sem dar espaço a inseguranças. Ele aponta a questão da disponibilidade como o ponto mais crítico na contratação de serviços de computação em nuvem. ?É a principal demanda de mercado, ao lado de questões de segurança?.
Privacidade
Del Campo comenta que questões regulatórias envolvendo a computação em nuvem e as localizações dos dados acabam impactando apenas o setor financeiro, e ainda classifica a insegurança das companhias em adotar serviços em nuvem como ?falsa impressão?. Isso porque nessa modalidade computacional, o lugar físico onde permanecem dados e aplicações não é crucial para a segurança. Uma vez que a estrutura do provedor seja confiável, munida de firewalls e outros sistemas para garantir a diminuição dos riscos, é possível construir uma solução confiável.
?Manter dados internos não é necessariamente a melhor maneira de mantermos a confidencialidade das informações. Existem softwares de monitoramento de fluxos de dados que, por exemplo, expõem falhas internas, não necessariamente ligadas a sistemas?, defende.
Redação
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Pamela Sousa
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