?Os sistemas de informação de saúde estão muito fragmentados e isso é uma ameaça para o armazenamento de dados?, essas são as palavras do gerente de informática e evidência da Organização Mundial de Saúde (OMS), Ramesh Krishnamurthy.
De acordo com o executivo, há urgência para que haja um engajamento setorial para a elaboração de um sistema de saúde pública confiável. ?Os sistemas são essenciais para melhores serviços e resultados. A saúde funcional depende de elementos harmonizados e interoperáveis entre si.?
Em sua participação por videoconferência no Congresso Internacional eSaúde & PEP, realizado no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas, nesta segunda-feira (05/12), Krishnamurthy diz que para que se tenha um uso adequado da TI é preciso envolver setores como Ministério da Saúde, Educação e Trabalho, assim como os laboratórios e esfera privada.
O membro da OMS chamou a atenção para o fato de que o Brasil possui muitos processos eletrônicos avançados, mas ressaltou que isso não é suficiente para obter resultado satisfatório. ?É preciso ter uma abordagem adequada ao processo. Não podemos transferir os problemas que estão no papel para os dispositivos eletrônicos.?
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