Serasa Experian alia IA generativa e cloud em prol da inclusão financeira

Para CEO da empresa, Valdemir Bertolo, tecnologia não faz diferença se não melhorar a vida das pessoas

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Valdemir Bertolo, CEO da Serasa Experian. Foto: Déborah Oliveira
Valdemir Bertolo, CEO da Serasa Experian. Foto: Déborah Oliveira — Foto: Foto: Déborah Oliveira

A Serasa Experian, com 55 anos de história no Brasil, tem demonstrado como a tecnologia pode ser um verdadeiro motor de mudança social. No palco AWS Summit, em São Paulo, Valdemir Bertolo, CEO da empresa, destacou a relevância da inovação tecnológica em sua missão de melhorar a vida das pessoas e enfrentar as desigualdades sociais presentes no País.

Com uma base de mais de 92 milhões de usuários em sua plataforma, a Serasa Experian quer a vanguarda da transformação digital. Bertolo apontou que, apesar da integração contínua de novas tecnologias, o verdadeiro diferencial da empresa é a capacidade de utilizar essas inovações para promover inclusão e acesso a informações.

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“A tecnologia não faz diferença se não melhorar a vida das pessoas”, afirmou, refletindo o compromisso da empresa com a melhoria contínua dos serviços prestados aos brasileiros.

Um dos marcos dessa transformação, disse, é a parceria da Serasa Experian com a AWS. A empresa tem investido em soluções baseadas em cloud computing, desenvolvendo ferramentas avançadas como um chatbot alimentado por mais de 2 petabytes de dados. Esse avanço tem permitido a personalização eficaz e uma velocidade de resposta muito mais ágil, reduzindo de 24 horas para poucos minutos o tempo necessário para consultas e retornos.

Aposta na IA generativa

A introdução da IA generativa é um exemplo de como a Serasa Experian está se preparando para o futuro. Segundo o CEO, a tecnologia tem permitido interações mais naturais e precisas, com a promessa de resolver questões complexas e atender a um público com grande diversidade de necessidades.

“O impacto mais significativo da IA generativa está na sua capacidade de melhorar a comunicação com os usuários, especialmente aqueles com dificuldades de alfabetização financeira e habilidades básicas de leitura e escrita”, sinalizou.

“Estamos trabalhando para oferecer respostas não apenas por escrito, mas também de forma verbal, para alcançar aqueles que têm dificuldade com a leitura e a escrita”, adiantou Bertolo.

Além dos avanços em IA e cloud computing, a Serasa Experian está em transição de um modelo baseado em mainframe para uma arquitetura mais flexível e escalável. Bertolo ressaltou que essa mudança é essencial para reduzir custos e aumentar a capacidade de adaptação às demandas do mercado. “Estamos investindo na transformação para a nuvem há dez anos e a nova arquitetura já está em uso. Pretendemos concluir essa transição nos próximos dois anos”, afirmou o CEO.

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Sobre o Autor

Diretora de Marketing e Conteúdo da Itaqui e editora-chefe do IT Forum, Déborah Oliveira é jornalista com mais de 17 anos de experiência na área de TI. Atuou nas redações da Computerworld, CIO e IDG Now!. É bacharel em Jornalismo, com graduação executiva em Marketing e MBA em Marketing. Em 2018, venceu o prêmio de melhor Jornalista de TI no Brasil, concedido pelo Cecom. Nos anos de 2019 e 2020, foi destaque no mesmo prêmio na categoria Telecom. É uma das autoras do livro “Da Informática à Tecnologia da Informação – Jornalistas Contam Suas Histórias”, publicado pela Reality Books em 2020.

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