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Segurança e conveniência: as chaves para o mundo digital

Quase tudo o que existe hoje pode ser copiado ou roubado ou fraudado. Segurança, portanto, se tornou uma necessidade e uma obsessão. Em todo o mundo, procuramos segurança para nós mesmos, para os nossos dados que trafegam no mundo virtual, para os nossos bens materiais e imateriais, para as nossas máquinas e para as nossas marcas.

E a Internet das Coisas nos trouxe novos desafios, entre os quais conectar coisas: de casas inteligentes a carros autônomos, a integração da tecnologia é uma realidade nas nossas vidas. Os objetos do dia a dia e aparelhos inteligentes já podem melhorar a forma como vivemos por meio da Conectividade Sob Demanda (ODC – On-Demand Connectivity, em sua sigla em inglês).

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Queremos, sim, conexão, conforto, facilidade para desempenhar as tarefas do dia a dia. Mas não queremos ser enganados nem subtraídos. Queremos usar o internet banking e ter toda a segurança de que nenhum hacker vai invadir nossas contas e utilizar nosso dinheiro. Inventamos o cartão de crédito, o cartão de débito, o cartão virtual, novos recursos de autenticação, tokens de toda sorte…

O mundo virtual é hoje uma realidade. Nos comunicamos, reforçamos laços
com amigos e parentes, compramos e vendemos à distância, mas não tocamos
nada nem ninguém que não está diante de nós. Como é, então, que vamos
saber se não estamos, por exemplo, sendo vítimas de uma fraude? Se a
empresa de e-commerce existe mesmo? Se os dados do meu cartão estão
realmente protegidos? Questões como essas vem sendo respondidas com
soluções de segurança digital.

Existem empresas – entre elas a Gemalto – que buscam soluções parar identificar quem interage com máquinas e pessoas do outro lado da linha telefônica, do computador, do celular… Precisamos nos identificar a cada operação: digitais, pulsação, íris, senhas, respostas predeterminadas…

Entre as contribuições dessas empresas para aumentar nossa tranquilidade online está a biometria comportamental.  Por meio dela, faz-se a análise do comportamento habitual do usuário, enquanto ele utiliza um dos canais digitais – criando um algoritmo baseado nas características comportamentais que são intrínsecas de seu perfil. E, desta forma, decidir qual é o nível de autenticação necessário para cada transação desse usuário.  Nessa análise, verifica-se, por exemplo, o padrão de digitação do usuário, sua localização usual e o tipo de dispositivo que costuma utilizar. Com dados como esses é possível criar um modelo de pontuação para cada usuário, identificando, assim, suas transações recorrentes e criando um padrão de autenticação.
A tecnologia avança rápido – desenvolvemos até a inteligência artificial. Mas existem coisas que até agora você só tinha certeza no mundo físico. Um bom exemplo disso é o do gosto que o whisky que você compra pela internet tem. Será que aquela é mesmo a bebida que você tinha em mente? Pois é, já se inventou até a língua artificial sintética, de Uwe Bunz, que pode diferenciar cada garrafa com base na sua marca, idade, mistura e até país de origem, e dizer se a amostra é igual à original. Na prática, é uma solução fluorescente, que, uma vez misturada à uma amostra da bebida, a identifica. O próximo passo, será uma versão para vinho tinto, detectar medicamentos falsificados e perfumes. Ou seja, além das pessoas e dos usuários, estamos também identificando as coisas. Mas o que importa, mesmo, é fazer tudo isso com total segurança!

(*) Diretor de Marketing da Gemalto para a América Latina
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Published by
cristina.deluca
9 anos ago

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