“A AutoTrac é uma empresa que desenvolve sistemas de transmissão de dados de uma central para veículos e vice-versa. Essa tecnologia permite acompanhar o transporte de cargas e tem sido considerada um item de segurança”, afirma Piquet.
Dependendo do tipo de carga e do valor dos produtos que estão sendo transportados, as seguradoras se negam a fechar contrato, caso os veículos não contem com um sistema de monitoração eletrônica. “As empresas não conseguem fazer seguros para fretes de mais de R$ 30 mil, se os caminhões não tiverem GPS (Global Position System)”.
Piquet diz que pelo sistema da AutoTrac é possível impedir a abertura das portas do caminhão fora dos locais de embarque e desembarque, controlar a velocidade máxima ou até desligar o caminhão caso saia da rota prevista. “Também é possível acompanhar a posição exata do veículo, a cada minuto, pela Internet”, completa.
Há seis anos, quando a AutoTrac foi fundada, foram investidos US$ 30 milhões. Hoje a companhia monitora uma frota de 22 mil caminhões, pertencentes a 450 transportadoras, e prevê um faturamento em 2000 de R$ 100 milhões. “Nosso sistema funciona em toda a América Latina”, garante Piquet.
A AutoTrac é uma das empresas parceiras do MaxLog, o market place lançado nesta terça-feira para a comunidade de transportes pelas empresas GP Investimentos, o atacadista Grupo Martins, a operadora de ferrovias ALL e a empresa Notcom, de soluções para a Internet.
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