Desde que o Santander comprou o Banco Real, em 2007, teve início um longo processo de integração entre os dois bancos que envolveu, também, a unificação das políticas de sustentabilidade. Uma das iniciativas é doar servidores e desktops obsoletos para reutilização em instituições e organizações não-governamentais. Em 2008, foram distribuídos 5 mil equipamentos, número que deve subir este ano com a integração de prédios.
Outro destaque da política de sustentabilidade do grupo Santander é a virtualização de servidores e desktops. O banco encerrou o ano passado com cerca de 600 máquinas virtualizadas.
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“Começamos timidamente no fim de 2007 e tenho certeza que vamos avançar este ano, porque estamos com um projeto forte neste sentido. Por isso não quero dar previsão para 2009”, afirma Hilda Raquel Guiaro Sicuto, superintendente da Produban, empresa de tecnologia do grupo. Segundo a executiva, o consumo mensal de energia e ar condicionado caiu cerca de 40% com as iniciativas. No quesito espaço físico, a redução foi superior a 30%.
“Virtualizar dá trabalho. É um projeto que traz riscos e você tem que estar disposto a mexer em aplicativos, em software. Há benefícios de redução, mas, num primeiro momento, você tem que investir em capital humano e em abrir espaço no seu calendário”, destaca Hilda. “Mas no primeiro ano o investimento se paga”, completa.
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