Embora
o conceito de teste de software venha evoluindo como um todo, Osmar Higashi,
sócio-diretor da RSI Informática, diz que cada empresa tem seu momento de
maturidade em relação ao tema. O executivo divide o processo interno de
evolução em cinco fases:
1) Inconsciência coletiva – não há, nas empresas, um foco
específico, ou consciência, de que a falta de qualidade no processo de
desenvolvimento de software traz prejuízos.
2) fase reativa – com a ocorrência de problemas, a empresa
passa a entender o teste de software como um filtro que deve ser utilizado
imediatamente antes de o sistema entrar em produção. Aqui,
ainda há desperdício de dinheiro.
3) Teste proativo – a empresa percebe os gastos e antecipa os
testes, de forma a encontrar os erros quando sua correção ainda é barata. Aqui
começam os ganhos de fato, porque estes erros não chegam à produção.
4) Teste otimizado / racionalizado – além da proatividade, os
testes começam a gerar ganhos de produtividade, já que reduzem o custo total de
desenvolvimento.
5) Conhecimento
– o conhecimento adquirido traz subsídios para que o custo de um sistema
seja calculado de fato. Este conhecimento permite aferir resultados de negócios
e avaliar a necessidade de um sistema. Em áreas estimuladas por processos de
governança, há uma convergência: qualidade x métricas.
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