Os Jogos Olímpicos Rio-2016 movimentaram números gigantescos em termos de telecomunicações. O volume total de tráfego nas redes fixa e móvel da Embratel e da Claro no Rio de Janeiro, por exemplo, atingiu 3,25 Petabytes, quase três vezes o volume registrado em Londres-2012 (1,15 Petabyte). O número equivale a 5 bilhões de fotos ou a 580 milhões de músicas. A Embratel, fornecedora de serviços de telecomunicações do evento, divulgou um balanço dos dados registrados pelas suas ferramentas, durante apresentação na Futurecom, em São Paulo.
Tamanho tráfego de dados também atraiu a ação de hackers. De acordo com a empresa, foram mais de 350 tentativas ataques diários aos sistemas de telecomunicações – todas elas bloqueadas por sistemas de segurança.
Nos 100 locais do Rio 2016, a rede do Grupo América Móvil registrou uma média diária de 1,7 milhão de dispositivos (celulares, smartphones e tablets) conectados simultaneamente durante as Olimpíadas e Paralimpíadas, gerando mais de 22 milhões de chamadas de voz e 79 milhões de conexões de dados.
O Rio 2016 também superou as marcas da Copa do Mundo de 2014. Ao todo, foram registrados pela empresa 345 milhões de minutos (100 vezes maior que a Copa), 22 milhões de chamadas (17 vezes), 79 milhões de conexões de dados (650% mais conexões) e 2,43 Petabytes de dados na rede móvel (370 vezes).
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